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SE A INÊS SABE DISTO!

Porque há brindes que merecemos!

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O calor está à porta e há que arrebitar o ânimo acreditando que em breve vamos poder celebrar a vida com a família e amigos com a devida pompa e a circunstância! Porque há sempre um pôr-do-sol para contemplar ou um jantar com amigos para marcar! Ou então, não menos aliciante, saborear um bomm vinho à janela enquanto  respiramos um pouco  de ar puro . 

Sou apreciadora de bons vinhos e, salvo ocasiões excepcionais, não fujo à tradição de optar por um branco ou um rosé no verão. Há dias tive o privilégio de saborear este pack de vinhos Fiuza, que felizmente me lembrei de fotografar antes da degustação. Provei, saboreei e adorei! São vinhos produzidos a partir de castas típicas francesas e portuguesas, pela Fiuza & Bright, com tradição secular na viticultura. Apesar de não ser grande entendida em pormenores técnicos sobre o mundo vitivinícola, deixo-vos com a descrição detalhada de cada um, que também podem consultar no site oficial aqui.

 

Fiuza Sauvignon Blanc: é um vinho de cor citrina e notas florais com aromas tropicais. Paladar com excelente estrutura e aromas de maracujá, uma acidez limpa e um final de boca agradável. Um excelente representante desta casta aromática. 

Fiuza Chardonnay: De cor amarela dourada, apresenta aroma de frutos tropicais com um toque leve a baunilha. No paladar é complexo, aveludado com um sabor floral a mel, final longo e cheio.

Fiuza Rosé: Com um aroma sedutor com notas florais a violeta combinado com um toque a morango, proporciona um paladar refrescante com fragrâncias a frutos silvestres. Final de boca elegante e extremamente fresco.

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O vinho português de Shakespeare

 

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"O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria". Esta citação, proferida por William Shakespeare, é reveladora da paixão que o autor nutria por esta bebida e que, não raras vezes, denunciava em passagens de peças que escreveu e interpretou. Numa delas, "Henry VI", referiu-se ao vinho português de Bucelas como "Charneco", nome dado na altura por ser produzido na Charneca, uma das regiões produtivas desta marca. Shakespeare morreu há precisamente 400 anos, no dia 23 de Abril de 1616.

 

Para mais informações podem consultar o site Quinta da Murta.

Patrícia Teixeira

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