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SE A INÊS SABE DISTO!

SE A INÊS SABE DISTO!

31 de Março, 2017

Às sextas com os Tachos

Patrícia Teixeira

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Receita de Edmundo Gonçalves

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 Pescada Gratinada com Molho de Camarão

 

Mais uma vez um prato de preparação fácil, no entanto com algum requinte e bastante agradável.

 

INGREDIENTES:

1 pescada média, sem cabeça

12 camarões 40/60

½ cebola

2 dentes de alho

2 colheres de sopa de farinha de trigo

1dl de azeite

1dl de vinho branco

Sal, pimenta e colorau (piri-piri se gostar)

Espinafres congelados

 

PREPARAÇÃO:

Escamar a pescada e obter dois filetes grandes (limpar da espinha e das barbatanas) de modo a que fiquem limpos;

Cortar a ½ cebola em rodelas e colocar numa travessa de ir ao forno;

Temperar os dois filetes de pescada com sal e pimenta e colocar na cama de cebola;

Em simultâneo cozer os camarões num pouco de água temperada com sal;

Deixar cozer durante 3 minutos, retirar e descascar. Aproveitar a água da cozedura;

Com a varinha mágica, desfazer os camarões, juntar o azeite, o vinho e a farinha na água e regar os filetes, de modo a que fiquem cobertos.

Levar ao forno a 180º cerca de 45 minutos.

 

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Para a guarnição: Picar os alhos fininhos e numa frigideira colocar um pouco de azeite, sal e pimenta e juntar os espinafres. Deixar cozer cerca de 20 minutos.

Sendo apreciador mais de tintos, acho que este prato vai bem com um tinto de Tomar. Sugiro um Casal das Freiras Reserva, verão que vale a pena. Provavelmente terão que ir a Tomar para o adquirir, mas juro que não darão o tempo por perdido. Vejam o vídeo...

 

https://www.youtube.com/watch?v=nZDNROLLLVM

30 de Março, 2017

Subi às nuvens, literalmente!

Patrícia Teixeira

Como já tive oportunidade de mencionar várias vezes aqui no blog, está a decorrer o Festival Internacional de Balonismo de Coruche até ao próximo dia 2 de Abril. Podem ficar a conhecer todos os detalhes e informações relacionadas com o evento aqui.  Deixo-vos com algumas imagens do vôo de balão de ar quente, no qual participei há dias, e que se tornou sem dúvida numa experiência memorável. Se puderem ir, não pensem duas vezes :)

 

 

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29 de Março, 2017

Restaurante Volver tem nova "alma" aos almoços

Patrícia Teixeira

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O restaurante, Volver de Carne y Alma acaba de renovar a sua oferta gastronómica aos almoços. João Oliveira, o chefe aos comandos do restaurante lisboeta, deitou mãos à obra para apresentar os novos pratos. Novos cortes, sabores e texturas são as grandes novidades do novo menu de almoço dedicado à carne maturada e ao slow food que promete uma verdadeira experiência Argentina aliada à gastronomia Portuguesa. Um convite para que cada visita seja sempre “mais do que Tango e Fado e menos do que chegar e correr”.

É um dos melhores restaurantes para um jantar romântico em Lisboa, mas ao almoço o espaço também não quer ficar atrás, apresentando-se como o local ideal para uma refeição tranquila, almoços de trabalho e negócios, momentos românticos a meio do dia ou até para reuniões familiares. E foi a pensar nisso que nasceu o menu de almoço de carne maturada idealizado para partilhar. De acordo com o chefe João Oliveira, agraciado com 2 garfos no Lisboa À Prova: “A inspiração surgiu nas origens da gastronomia Argentina e do típico 'Asado'. A partir daí, procuramos combinar o conceito do restaurante e reforçar a boa carne e o espírito do slow food com ingredientes fortes e cheios de qualidade. Esperamos que todos os sentidos sejam despertados com estes sabores cheios de personalidade.” Comecemos pelo princípio. Nas entradas, a proposta é a Picada: ‘Chorizo’ com Chimichurri, Azeitonas Recheadas com Queijo Y Pão e os já famosos scones de azeitona. Segue-se a Assadeira Volver que reúne 200gr de Vazia Maturada e 200gr de um corte seleccionado, diariamente, pelo Chefe, acompanhados por Morcilla e Pimiento, Papas Fritas y Salada Volver. E nada como um “fim de boca” doce com a sobremesa tipicamente Argentina, uma “Torta Rogel com “mucho dulce de leche y morangos”. (Opcional 3.5 EUR).

A música e a decoração estão afinadas até ao último acorde. Agora já só falta deixar-se ficar, saborear e depois…VOLVER!

Preço do menu: 18€ por pessoa (bebidas não incluídas).

(Divulgação comunicado)

 

28 de Março, 2017

Nada como um bom vinho tinto

Patrícia Teixeira

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Um estudo conduzido pelo Instituto de Investigação Virginia Tech Carilion, nos Estados Unidos, demonstrou que o resveratrol preserva as fibras musculares à medida que o organismo envelhece, ajudando a preservar as ligações entre neurónios, denominadas sinapses, contra os efeitos negativos do processo de envelhecimento.

"Todos nós ficamos lentos à medida que envelhecemos", adianta Gregorio Valdez, professor assistente daquela instituição. Pois eu já tinha dado por isso e também sei que depois de uns valentes copos ficava um pouco mais lento e com problemas n’"A marcha, problemas de equilíbrio e a coordenação motora limitada (e que estas) contribuem para problemas de saúde, acidentes, falta de mobilidade e uma menor qualidade de vida. O tal de Gregório (que nome tão apropriado, estão a ver a imagem… gregório?) acredita que estejam perto de desvendar os mecanismos que fazem diminuir a degeneração dos circuitos neuronais causados pela idade, ou seja, prolongar a vida, ou no mínimo proporcionar um envelhecimento com melhor qualidade.

Deixemos de lado os pormenores do estudo, que mete, como quase sempre, uns animaizinhos brancos; O que é interessante é que a conclusão a que chegaram é que a ingestão do tal resveratrol exerce o mesmo efeito benéfico sobre as sinapses de junção neuromuscular (já vimos lá em cima o quer dizer este palavrão) que o exercício físico e uma dieta saudável e essa é a parte interessante.  Vejam só que a grande notícia para aqueles que como eu apreciam um belo tinto, é que o tal resveratrol, que oferece o mesmo benefício neuroprotetor que uma dieta de poucas calorias ou exercício físico, está presente precisamente no vinho tinto.

Andam sempre a perguntar-me porque parece que não envelheço, apesar dos meus quase 57. Confesso que nem eu sabia, mas agora está tudo explicado. Bendito resveratrol! E de repente fez-se luz sobre a frase que invariavelmente se diz sobre um excelente vinho: “Que grande pomada”. Ora lá está, pomada… medicamento.

Saúde!

 

27 de Março, 2017

Preocupante?

Patrícia Teixeira

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Texto de Edmundo Gonçalves

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“Os portugueses de França são os mais duros para com os imigrantes que vêm para cá e não respeitam ninguém!”.  Esta frase foi proferida por Marine Le Pen ao “Expresso” em 2012. Em 2015, 25% dos candidatos (luso-descendentes) às eleições locais, concorreu pela Frente Nacional. Em Maio de 2016, um estudo do Centro de Estudos Políticos de Sciences Po mostrou que entre os jovens franceses com origens na imigração os que têm ascendência portuguesa eram os mais dispostos a votar na extrema-direita – 50% admitiam fazê-lo. E Davy Rodríguez de Oliveira, o vice-presidente da juventude FN, é neto de imigrantes, uma portuguesa e um espanhol. Para ele, não é contraditório ter raízes na imigração e ser a favor de um partido que vê a imigração como um problema.

Em França, cerca de 20% da população ou é imigrante ou descendente de imigrantes. É assim bastante significativo o apoio dos imigrantes portugueses e dos seus descendentes ao partido de direita, dirigido por Marine Le Pen.

Assuntos como a saída do Euro; Referendar a permanência na UE; A expulsão automática para "criminosos" estrangeiros; O restabelecer das fronteiras nacionais e sair do espaço Schengen; O de reduzir a imigração legal a 10 mil entradas por ano; A existência de condições "mais exigentes" para obter a nacionalidade francesa; Aplicar uma taxa adicional aos salários dos trabalhadores estrangeiros; A reforma aos 60 anos, desde que cumpridos 40 anos de contribuições; Atribuir apenas aos franceses os incentivos à natalidade e Prioridade aos franceses na atribuição de alojamento social, parecem estar a convencer os portugueses e descendentes.

Seria injusto afirmar que isto é saudosismo, se não nos lembrarmos (e alguns deles devem lembrar-se bem) por que saíram de Portugal grande parte deles ainda durante os anos da ditadura, fugindo à miséria e à fome. Percebe-se até que tenham escondido aos filhos e netos a situação nalguns casos miserável em que sobreviviam, mas é já preocupante que não lhes tenham sabido fazer ver a “sorte” que lhes caiu nos braços depois do salto. Fruto do seu suor e de muitas lágrimas, é certo, que aquilo nos primeiros tempos era duro e desumano. Mas que não deixa de ser curioso que quem viveu sob uma feroz ditadura e teve que abandonar as suas raízes para matar uma fome endémica, apoie agora entusiasticamente uma força política que, com todas as alterações proporcionadas pela modernidade, em pouco difere da ditadura de Salazar.

Os imigrantes portugueses, honra lhes seja feita, sempre foram diferentes de todos os outros em França (e noutros países). Por razões culturais, pela maneira de ser, pela educação e por aquela nossa faceta de desenrasca e de querer estar sempre de bem com todos, a comunidade portuguesa é mais tolerada que todas as outras. Quando os portugueses imigrantes em França perceberem que são apenas tolerados e mesmo os descendentes, franceses de nascimento, são olhados como serventes, será o seu comportamento o mesmo? Apesar da vivência em democracia durante tantos anos, estará o estigma da ditadura enraizado ainda nestas pessoas? No mínimo preocupante.

25 de Março, 2017

Ponha aqui o seu pezinho!

Patrícia Teixeira

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Hoje vou aqui por um caminho que…Este é definitivamente o departamento da Patrícia, a ver se não me estampo! Quem me conhece sabe que aprecio. Não há nada que favoreça mais uma mulher que uns belos sapatos de salto, ou sandálias, ou botas, o que queiram. - É pá, Edmundo, dizes isso porque não os usas. Diriam vocês, minhas amigas. Sim, já sei que não são bons para a saúde da coluna vertebral, nem para os próprios pés, mas as pernas e o rabo de uma mulher de saltos não têm nada a ver com as de outra, ou da mesma, que se fique por qualquer coisa de sola rasa. E como não sou eu que calço aquilo… eheh

Bom, mas vem isto a propósito duma coisa que li algures, sobre umas sandálias da marca Gucci, que são no mínimo sui géneris. São basicamente uma sandália, até aí nada a dizer, excepto que custam a bagatela de 1.100,00€, somente as pode adquirir por reserva online e que são vermelhas. Não desgosto, mas o preto fica sempre melhor e vá lá, faz conjunto com tudo. Já dizia Inove Silva, “com um sapato preto, eu não me comprometo” (ou seria um vestido? Ça lixe).

Vamos em frente, mazé: A sandália é igual a milhares que já foram desenhadas e produzidas. Não é feia, mas também não é nada por aí além e gostos não se discutem. Na minha escala, diria que é vulgar, não fora o acessório deveras interessante que vem na caixa. Não deixa por isso de continuar a ser fracota, mas imagine a menina ou senhora, que sai de casa com um tempo maravilhoso, um sol radioso, calor a montes e vai de sandalina toda lampeira. Mas o sacana do S. Pedro, só para lhe mostrar que é um sacrilégio dar dois ordenados mínimos por um bocado de sola e cabedal, toca de abrir as torneiras e quando quer regressar, está um dilúvio bíblico. Pois com esta sandalinha o seu problema está resolvido: A peça vem acompanhada de um acessório que lhe salvará o dia e mais, não lhe dará cabo da pose: uma meia de plástico que lhe chega ao gémeo, permitindo-lhe saltitar entre pocinhas sem molhar o pezinho. Genial!

No entanto, o facto de apenas poder ser adquirido sob reserva e online, quererá dizer que a Gucci não acredita muito no arrojo. A pergunta que se impõe é apenas esta: Meninas, que acham, queriam isto (dado)?

 

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