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SE A INÊS SABE DISTO!

SE A INÊS SABE DISTO!

27 de Maio, 2016

Finalmente provei o melhor bolo de chocolate de Lisboa!

Patrícia Teixeira

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Não sou de doces e não é qualquer um que me tira do sério. Aliás, para ser muito honesta, se me derem a escolher entre um croquete, que pode até não ter o melhor aspecto do mundo, e um pastel de nata, a escolha recai seguramente no salgado. Como diria a música..."eu nasci assim, eu cresci assim..."

Até ao dia em que decidi fazer a vontade a uma amiga e lá fomos direitinhas ao LX Factory, na capital, para provar aquele que dizem ser "o melhor bolo de chocolate de Lisboa", o Landeau

Para início de conversa, o ambiente do espaço foi um caso de amor à primeira vista. Para poupar-vos a grandes detalhes descritivos, é tão simplesmente como se estivéssemos na cozinha da casa da nossa avó, à espera que ela termine de fazer um bolo para provarmos. O cheirinho que paira no ar é fácil de adivinhar e faz-nos ter vontade de ali passar o resto da tarde. 

Finalmente aproxima-se de nós a tão afamada iguaria. Pelo aspecto, percebemos logo que dali é bem provável que resulte uma experiência muito gratificante ao paladar. O bolo é fininho, felizmente não achei muito doce e tem três camadas. Uma de bolo, outra de uma espécie de mousse de chocolate e a última de chocolate em pó. Pelo menos foi esta a sequência que o meu paladar detectou. A minha opinião? Divinal! Não perguntei a receita! Também não valia a pena! Em tempos li que o segredo desta delícia, que há muito se tornou uma marca registada, está muito bem guardado nas mãos de Sofia Landeau, a sua criadora. Licenciada em Design, decidiu participar num concurso promovido pela Time Out, onde se pretendia descobrir "o melhor bolo de chocolate de Lisboa". A Sofia concorreu, conquistou o primeiro lugar e foi assim que tudo começou.  O "New York Times", imaginem só, já falou do Landeau como sendo "diabolicamente bom”. Existe uma loja no LX Factory e outra no Chiado. Visitem o site, que está temporariamente em construção mas que permite anotar as moradas e horários de funcionamento de cada espaço, além do número para o qual devem ligar caso queiram fazer uma encomenda. 

 

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 Sofia Landeau

 

23 de Maio, 2016

O Rocío na Rua da Betesga

Patrícia Teixeira

Esta é a segunda vez que o Edmundo Gonçalves colabora como autor convidado aqui no blog. Primeiro pedi-lhe que partilhasse as peripécias de uma aventura nos Açores e agora voltei a desafiá-lo! Desta feita para contar-vos um bocadinho de uma recente e maravilhosa viagem, na qual tive o prazer de participar, em terras de nuestros hermanos. Obrigada Mina, Edmundo, Isabel, Célia, Josué e Francisco pela excelente companhia e por nos apresentarem lugares assim...

 

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Texto de Edmundo Gonçalves

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O Rocío na Rua da Betesga...

Ou um fim de semana de cañas, muitos fritos, tapas e um barrete do tamanho duma enorme romaria, que merecia melhor comedor.

 A coisa estava combinada há algumas semanas, a estadia reservada e a vontade de conhecer uma romaria de que já tínhamos tido em Novembro passado um cheirinho, estava em alta.

Partimos na sexta, 13 (lagarto, lagarto) . O destino era Islantilla, poiso demais conhecido e apreciado e depois de algumas peripécias que me escuso contar, lá chegámos já o sol se tinha posto. Bom, o que se perdeu em tempo, poupou-se em combustível, valha-nos isso…

Alojados e esfomeados, logo ali se partiu para uma farinheira com ovos, uns queijos de ovelha, uma paiola de se lhe tirar o chapéu e mais um presunto de trás da orelha e mais uns filetes de peixe-espada em conserva, pão e vinho, um branquinho no ponto, gelado  ali de repente por método que se explicará lá mais para a frente, se a dona do tasco estiver para aí virada. E tinto, de Tomar, que tem uma propriedade singular e que é a de deixar a Isabel de cu pregado na cadeira…

Sábado pela manhã um passeio pelo calçadão e pela praia dos pescadores, onde encontrámos um restaurantezinho com a esplanada vazia. Aqui as opiniões dividiam-se: uns diziam que se estava vazio era porque não devia ser bom, outros que nunca tinham apanhado barretes nestas situações. Bom, começámos pelas cañas e como vieram geladas, o início foi prometedor. Na segunda rodada já alguém optou por uma mistela chamada tinto de verano (argh…) e lá começaram a vir os “morfes”: adobo, puntillitas, biquerones, choco frito, gambas da costa na chapa e já me passou que mais, mas a reportagem certamente vos dará uma panorâmica do “abuso”. Escusam de saber quantas cañas foram, porque de seguida se decidiu fazer a viagem de quase 100km até Rocío e todos queremos parecer cumpridores.

Ah! Já me passava, todos concordámos que o raparigo que nos serviu, com uma eficiência, rapidez e simpatia enormes, era a cara chapada do César Mourão. Digam vocês, depois de verem a foto, se estávamos toldados pela cerveja, ou se tínhamos alguma razão.

Já em Novembro, como se diz lá em cima, tivemos um cheirinho da romaria, mas tudo o que vimos, comparado com o que acabámos por assistir e apesar de já irmos preparados para isso, ultrapassou todas as expectativas. Aquilo é imponente! Centenas de carroças (pronto, galeras, caleches, charretes e outras paneleirices) puxadas algumas por mulas, mas na sua maioria por várias parelhas de cavalos, mais algumas centenas de cavalos montados por homens e por mulheres e alguns por ambos, com elas à garupa, eles e elas nos trajes tradicionais. De Sevilhanas elas, de ginetes eles.

 

É, digamos, um misto de Fátima sem o ar sofrido, já que aquilo é mesmo uma festa, um misto, dizia, entre Fátima e a (feira da) Golegã.

 

E as casas das irmandades. Pelo som da festa ouvimos que se apresentaram à virgem setecentas e vinte e uma irmandades dos mais variados locais de Espanha, sendo que cada uma delas tem instalações no local, algumas verdadeiros palácios pelo tamanho, que servem para albergar os peregrinos e onde confecionam as refeições; Estão a imaginar o tamanho da coisa, né? Logo à chegada fomos convidados a entrar numa delas; Infelizmente, porque queríamos ver tudo, não estivemos muito tempo, mas fomos visitando algumas ao longo do percurso, já que a entrada é franqueada, ninguém pergunta nada a ninguém, o ambiente é de festa permanente. Em resumo, a festa é grandiosa, bonita e ainda que sendo de tributo a uma divindade cristã, não tem a lamechice (perdoem-me os crentes) de Fátima. É, digamos, um misto de Fátima sem o ar sofrido, já que aquilo é mesmo uma festa, um misto, dizia, entre Fátima e a (feira da) Golegã. Aconselha-se vivamente! Mas se quiserem ir, levem um lanche. É que o jantar foi um autêntico barrete, num restaurante de feira, daqueles improvisados e que até tinha um excelente aspecto, mas… para esquecer. O Josué gostou, mas a gente continua a dizer que foi da cerveja.

 

Domingo foi dedicado ao corpo.

As meninas passaram o dia entre a piscina interior e os banhos de sol. Os homens trataram do almoço, umas migas de espargos com entrecosto frito que nem vos passa, e assistiram ao futebol e beberam uns copos. Pronto, muitos. Afinal, cada um trata do corpo como quer, ou não?!

Segunda, regresso (sem que não se tivesse que dar a volta por duas vezes, uma por uns sacos, outra pelas chaves de casa de alguém) passando por Cabanas de Tavira e pelo Ideal, onde se degustou uma sopa rica do mar e uns pastéis de polvo com arroz de tomate do outro mundo.

Em jeito de curiosidade, como calculam sem qualquer intenção, o valor total das refeições “fora”, foi sempre de 105 Euros. Mais em bebida, mas que é que querem, estava calor…

Em resumo, um belo fim-de-semana. Se quiserem ir, há vários dias com romaria com menos confusão, mas não será a mesma coisa. A vantagem é que os restaurantes de tapas e petiscos estão menos concorridos e a vossa veia petisqueira, se a tiverem como nós, sairá reconfortada. Mas vão, que vale a pena.

 

Procissão Virgem del Rocio

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 O "barrete" no restaurante da festa

 

Um pequeno vídeo que ilustra bem o espírito desta festa...

 

 

 

Em Islantilla...

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O sósia do César Mourão 

 

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 O almoço no restaurante "Ideal", em Cabanas, no Algarve...

 

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20 de Maio, 2016

A tentação dos "Sabores de Antigamente"

Patrícia Teixeira

 

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No verão passado conheci um casal, num contexto profissional, que me conquistou, primeiro pela simpatia, depois pelo entusiasmo, que se percebe de imediato, pela marca gourmet que fizeram nascer de uma paixão antiga pelos produtos nacionais. Chama-se Sabores de Antigamente e posso garantir-vos que cada iguaria é uma deliciosa descoberta. Quase tudo o que produzem é de origem nacional, com recurso aos métodos tradicionais de produção.

E porque é mesmo feito com muito amor, o Nuno e a Ana fazem questão de acompanhar cada etapa da confecção dos produtos, que registaram com o nome Mestre Gourmet. As embalagens, cujo design conta com a colaboração de artistas plásticos portugueses, destacam-se pela originalidade e fazem adivinhar que o sabor do que está lá dentro lhes faz justiça. Há doce de figo com vinho do Porto e noz, doce de abóbora com queijo de ovelha, doce de pêra com vinho do Porto e pinhão, doce de laranja com medronho e amêndoa, chá preto com cerejas e chocolate, infusão lima limão, mel, azeite, chocolates, conservas, flor-de-sal e muito, muito mais!

Apesar de existirem algumas lojas que comercializam estes produtos, a Sabores de Antigamente dispõe de um site onde podemos fazer a encomenda, confortavelmente, em casa. Mas se tiverem um tempinho, saibam que a marca vai estar representada na próxima "Feira de Artesanato e Produtos Regionais de Mafra", nos dias 4 e 5 de Junho, das 9h às 18h, no Terreiro D.º João V.

Fiquem com uma pequena amostra e vejam se não é uma tentação...

 

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Nota: As fotos foram retiradas do site oficial da marca.  

 

 

 

19 de Maio, 2016

Dormir na Torre Eiffel? Sim, é possível!

Patrícia Teixeira

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Passar uma noite na Torre Eiffel, em Paris, é mesmo daquelas ideias que nos soam tão mágicas quanto impossíveis. Até hoje...

HomeAway, uma empresa especializada em arrendamento de alojamentos de férias, deu início, esta manhã, a um passatempo que vai certamente fazer história. Até ao dia 5 de Junho qualquer pessoa pode candidatar-se a ficar hospedado no monumento mais emblemático de Paris, numa iniciativa associada ao Euro 2016, que terá França como anfitriã.

Serão 4 os vencedores e cada um terá direito a ficar hospedado, por uma noite, na companhia de 5 amigos ou familiares, num apartamento construído no interior da Torre Eiffel, além de 3 noites adicionais num alojamento de luxo HomeAway em Paris. Para nos habilitarmos a este maravilhoso prémio temos apenas de responder à pergunta: “O que faria se o Apartamento Torre Eiffel fosse só seu por uma noite?” aqui. O nome dos felizardos será anunciado no dia 10 de junho e as estadias serão gozadas a 23 e 28 de junho e a 4 e 8 de julho. Cada grupo de hóspedes terá ainda direito à degustação de um jantar gourmet

É óbvio que já se espalharam críticas a esta iniciativa, alegando que a França está a tentar desesperadamente recuperar o turismo, fortemente afectado pelos ataques terroristas. Quanto a mim estão perdoados! 

 

17 de Maio, 2016

Margarita de Pêssego com Pimento Padron

Patrícia Teixeira

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Quando há dias descobri a receita deste cocktail pareceu-me bastante desafiante o contraste de sabores. Hoje experimentei, adorei, e decidi partilhar convosco:

 

Ingredientes para 2 margaritas

3 pêssegos maduros descascados, sem caroço e picados grosseiramente

uma colher de chá de tequila

2 colheres de sopa de Triple Sec

1/4 de um copo de sumo de lima fresco  

 

Para o xarope 

1/2 copo de mel

1 copo de água

2 pimentos padron, sem sementes e cortados em rodelas finas

 

Guarnição

pimentos padron fatiados

pêssego fatiado

sal

gelo

 

Preparação

Misture numa panela o mel com a água e os 2 pimentos padron fatiados. Leve a lume muito brando, mexendo sempre, mas sem deixar ferver, durante cerca de 3 minutos. Retire do fogo e deixe arrefecer. Coe os pimentos e reserve. Num liquidificador misture o xarope com os ingredientes para a margarita (pêssego, Triple Sec, tequila e sumo de lima) até obter uma mistura homogénea. Despeje num copo com gelo e decore com fatias de pêssego e de pimentos padron. Passe lima e sal no rebordo do copo e...está pronto!

13 de Maio, 2016

Sofremos de Oniomania?

Patrícia Teixeira

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Quem não passa um dia, no máximo dois, sem ir às compras, saberá bem do que estou a falar.  Numa sociedade declaradamente consumista, temos tendência a desvalorizar o vício de comprar, seja o que for, por que motivo for. Quando esta compulsão se apresenta de forma descontrolada, pode transformar-se numa doença psicológica conhecida por Oniomania. É uma patologia como outra qualquer e requer ajuda profissional para ser tratada. 

Esconder as compras da família, mentir sobre o real valor dos produtos adquiridos, comprar com a desculpa de aliviar o stress, a depressão ou o tédio, sentir euforia ou ansiedade durante a realização das compras e, no final, culpa, vergonha ou auto-depreciação são alguns sintomas mais comuns e evidentes da Oniomania. Mas atenção! Nem sempre o consumismo exagerado está obrigatoriamente ligado a esta doença. Os psicólogos explicam que "Só quando se torna incontrolável, ao ponto de prejudicar vários aspectos como relações familiares ou amizades, estados de espírito ou problemas financeiros é que pode vir a ser diagnosticado este transtorno obsessivo e clinicamente comprovado".

E são muitas as vidas destruídas pelo consumismo! Quando, por algum motivo, os oniomanos não podem realizar a compra que desejam, surgem sensações de angústia, frustação e irritabilidade. Uma dependência muitas vezes comparada com a dependência de químicos. 

 

E qual é afinal o tratamento para a Oniomania? 

A maioria dos compradores compulsivos nunca procura ajuda. E esta é a triste realidade! E os que procuram estão quase sempre já envolvidos ao extremo em problemas familiares, financeiros e depressivos. Acredita-se que a origem deste transtorno deve-se à insuficiência de serotonina que, entre outras funções, reduz a impulsividade. Desta forma, o tratamento pode envolver, de acordo com a psicóloga americana, Helen Smith, da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, "medicamentos como anti-depressivos ou agentes estabilizadores do humor, psicoterapia cognitivo-comportamental, participação em grupos de auto-ajuda e até a nomeação de um conselheiro financeiro que possa orientar, no futuro, a vida financeira do paciente".

A mesma psicóloga refere ainda alguns truques a que podemos recorrer para controlar esta compulsão: "Devemos analisar até que ponto o consumismo afecta o nosso ordenado. É importante fazer uma lista de coisas que podíamos ter feito com esse mesmo dinheiro. Uma viagem, por exemplo. Sair de casa sem o cartão de crédito é fundamental até que nos sintamos capazes de controlar os impulsos. Em casos extremos, devemos até cancelar todos os cartões. Pode ser que descubram que é muito fácil viver sem eles. Nunca comprar nada à primeira vista para que tenhamos tempo de reflectir se realmente precisamos ou não daquele produto. Evitar centros comerciais ou locais onde abundem lojas e, ao fim de um ano, se conseguir vencer o consumismo exagerado, dê um presente a si mesmo". 

 

O teste que podemos fazer em casa

 

1- Costuma fazer compras não planeadas?

2 - Tem dificuldade em controlar-se nas lojas e traz sempre mais produtos do que contava?

3 - Deixa-se facilmente contagiar pela expressão 'o último grito da moda'?

4 - Sente-se perdido/desamparado sem cartões de crédito?

5 - Costuma ir às compras para aliviar uma neura ou depressão?

6 - Faz compras com cartão de crédito que nunca compraria se tivesse de pagar a pronto?

7 - Tem mais roupa e sapatos do que pode usar?

8 - Costuma pedir dinheiro emprestado para fazer compras?

9 - Dá por si a esconder as compras que fez dos familiares e amigos?

 

De acordo com os médicos especialistas neste tipo de distúrbio, se respondeu afirmativamente a pelo menos 5 destas questões é bem provável que seja um consumidor compulsivo. Procure ajuda profissional antes que as despesas o façam entrar num buraco financeiro. Um estudo liderado pelo médico americano Raymond Miltenberger concluiu que são 4 as fases de um comportamento compulsivo por compras:

Antecipação: pensamentos, anseios e preocupação sobre o acto de comprar algo específico.

Preparação: fazer o plano das compras (onde, como e métodos de pagamento)

Comprar: Entrar em êxtase ao realizar as compras

Pagamento: o acto de pagar interrompe e encerra a actividade e é quase sempre seguida de uma sensação de vazio, remorso e frustração.

 

A t-shirt anti-consumismo

Há uns anos, a OmniWear lançou uma t-shirt “anti-consumismo compulsivo”, com um alarme que apita sempre que a pessoa que a tiver vestida não resistir à tentação de entrar numa loja. "No fundo, tratou-se de uma brincadeira com o intuito de chamar a atenção para um assunto muito sério, que é a crise que actualmente se vive em todo o mundo. Muitas vezes, as pessoas entram numa loja quase que sem darem por ela e acabam por fazer despesas que não estavam previstas. Esta t-shirt tem o mérito de, de alguma forma, avisá-las logo à entrada de que, quando saírem, poderão já trazer a carteira mais vazia”, explicou naquela altura Eduardo Freitas, proprietário de uma das lojas da marca “Omni”, à Lusa. 

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