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Se a inês sabe disto

Cinco dicas para quem vai ao Porto!

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Há duas semanas eu e três amigos decidimos mudar de ares e dar um saltinho até ao Porto. A intenção ia pouco mais além do que perdermo-nos em conversas, na calmaria dos passeios nas margens do Douro. Optámos por isso, de comum acordo, "fugir" do habitual roteiro turístico. A magia de cada viagem reside na forma como nos apetece vivê-la e foi isso que fizemos. Até porque o encanto desta cidade, não mencionando a óbvia riqueza cultural e arquitectónica, deve-se também à cordialidade das pessoas, ao charme da vida nocturna, à gastronomia e à simples contemplação de um entardecer à beira-rio, bem no centro histórico da cidade. Por tudo isto, pretendo apenas partilhar convosco algumas dicas desta pequena romaria à Cidade Invicta, que podem não ser as mais excitantes, mas que a nós nos encheram a alma...

 

Estadia

Se há cidades que oferecem múltiplas opções de estadia o Porto é sem dúvida uma delas. Apetecía-nos ficar numa casa onde pudéssemos cozinhar porque já tínhamos planeado duas grandes patuscadas (embora não as tenhamos concretizado). Numa rápida pesquisa pelo Google, encontrei um apartamento que pelas fotos pareceu-me bastante acolhedor. Como reunía todas as condições que pretendíamos, em 5 minutos estava tudo marcado. Quando lá chegámos fomos recebidos pela proprietária, a Manuela, que, sem lamechices, conquistou-nos em poucos segundos. De uma simpatia extrema, tratou de cada cantinho daquela casa para que ali nos sentíssemos como em nossa casa. O detalhe da velinha de cheiro acesa na casa-de-banho, as bolachinhas e o café na mesa da cozinha à nossa espera, a decoração moderna e tão, mas tão acolhedora, deu-nos a certeza de que tínhamos feito a escolha certa. Embora fique a meia hora a pé do centro da cidade e a dez minutos da estação de metro, a casa da Manuela será com toda a certeza um sítio onde vamos voltar. Fica a dica e se quiserem o contacto dela peçam-me através do email seainessabedisto@gmail.com

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Se esta não é a melhor francesinha do Porto...

 

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Por sugestão da Manuela, o nosso primeiro jantar foi no Café Santiago. Queríamos estrear o roteiro gastronómico com uma francesinha e ela assegurou-nos que, para não haver desilusões, este seria o sítio indicado. E como ainda tínhamos tempo, lá fomos de casa a pé para o centro já a pensar em derreter as calorias do jantar. Assim que lá chegámos, o primeiro bom sinal de que aquilo se calhar era mesmo bom é que tínhamos uma fila de espera imensa à nossa frente. Por nós tudo bem! Pedimos uma imperial (ou um fino, como se diz para aquelas bandas) e decidimos que dali já não saíamos. Meia hora depois estávamos sentados com o sr. Alfredo a servir-nos. E mesmo com a casa cheia, ainda houve tempo para ficarmos ali com ele um pouco à conversa. E assim ficou apresentado o ambiente familiar que ali se vive. Quanto à francesinha...asseguro-vos que é a melhor que já provei. Aconselho-vos a dar uma espreitadela no site para ficarem a saber tudo sobre a história desta casa, os prémios recebidos e a descrição detalhada da confecção desta iguaria que se revelou uma perfeita sintonia de sabores. 

 

E para dançar, como é?

Não é de agora que considero a noite do Porto uma das mais apelativas. E há de tudo, para todos os gostos! Nos últimos anos surgiram novos espaços e outros renovaram-se. Certo é que, na baixa, não há um bar cuja decoração nos seja indiferente. São quase todos dotados de um charme que não é para qualquer cidade. É para aquelas que prezam a boa diversão, em espaços onde cada detalhe é criteriosamente estudado para proporcionar noites memoráveis. Embora tenhamos andado a saltitar por várias "capelinhas", fiquei rendida a três espaços: É pra Poncha, numa das ruas das Galerias de Paris, onde me apaixonei pela poncha de tangerina, The Gin House, na Rua Cândido dos Reis, o sítio ideal para dançar e saborear um gin de excelência e finalmente o restaurante/bar Galeria de Paris, um antigo armazém de tecidos decorado com objectos inimagináveis...até um Fiat 500 está pendurado na parede. Quando forem ao Porto não deixem MESMO de visitar este espaço. Garanto-vos que vale a pena. Quase todos os bares por onde passámos são frequentados por várias gerações. E não há ali qualquer desconforto por isso. Bem pelo contrário! Talvez porque é fácil perceber que existe entre todos uma coincidência de intenções: a diversão genuína! 

 

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  É Pra Poncha

 

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  Restaurante/Bar Galeria de Paris

 

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  The Gin House

 

 

E voltamos à gastronomia...

Numa das noites em que saímos um pouco mais tarde de casa, não nos apeteceu propriamente jantar de faca e garfo. Tínhamos ouvido falar da sandes de pernil com queijo da serra derretido, da Casa Guedes, e não pensámos duas vezes. É uma tasca na verdadeira acepção da palavra e à moda antiga. Mas daquelas que merecem distinção. O pão vem tostado, o pernil mais bem temperado não podia ser e o queijo da serra derretido no meio dessa mistura vem mesmo a propósito para presentear o paladar. A acompanhar com o vinho da casa ou um fino, só posso mesmo recorrer à mais comum das expressões: "é de comer e chorar por mais". Fica na Praça dos Poveiros, nº 130. 

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E como não podia deixar de ser, o vinho do Porto

 

Entre tantos passeios a pé e experiências gastronómicas, pouco tempo nos restou para saborearmos calmamente um vinho do Porto no cenário indicado. Ainda assim decidimos atravessar para o lado de Vila Nova de Gaia, mesmo para o coração da zona histórica, nas margens do rio Douro, e tentar visitar uma das muitas caves do Vinho do Porto que por ali existem. Fizemos algumas tentativas mas devido à hora tardia, foi impossível visitar as maiores e mais conhecidas. Fomos então desafiados a entrar na cave Porto Augusto's uma vez que a visita, além do preço ser bastante acessível, era bem menos demorada que as outras uma vez que se trata de uma empresa familiar. E em boa hora aceitamos embarcar nesta pequena aventura. O nosso guia, o Luís, não podia ter sido mais simpático e expert na matéria. No final da visita fomos convidados a fazer uma prova dos vários vinhos produzidos por esta marca e ficámos agradavelmente surpreendidos. Sugiro que espreitem o site para conhecerem todos os detalhes sobre o Porto Augusto's.

 

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Finalmente, obrigada Isabel, Débora e Paulo pela excelente companhia. 

Fria?

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Foi chegar, ver, despir a -shirt, deixar os chinelos e mergulhar, que ali não há tempo para hesitações. Bom, passados alguns minutos tive que tirar as mãos de dentro de água e plantá-las ao sol, mas garanto-vos que o meu eczema no dedo médio da mão direita, apenas com uma visita, apresenta melhoras. Ficámos espantados com a quantidade de carros estacionados, para uma segunda-feira, mas aquilo era "gente e povo" que nem vos conto.

A água é excelente e perdoem a "sem-vergonhice", há aquela parte que não tem pé em que se pode nadar à vontade (obrigado mestre Jacob), que é o melhor de tudo. Parafraseando Octávio Machado, "vocês sabem do que é que eu estou a falar"... Apenas um reparo, que confesso é de ignorante: Todas as infra-estruturas estão no concelho de Ourém (que se candidatou a fundos comunitários e fez um excelente trabalho - a nascente brota naquele concelho), por que carga de água Tomar não leva por diante um plano de pormenor para desenvolver a "parte de cá" da nascente? Se existir, façam o favor de o referir na caixa de comentários, mas parece-me que há ali muito potencial, assim as autarquias ( a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal ) estejam interessadas em investir e deixar margem a quem queira arriscar neste nicho de negócio. Calculo que haverá condicionantes em termos de reservas agrícola e ecológica, mas haverá sempre forma de conciliar todos os interesses, o ambiental, o dos investidores e o dos utentes e ainda o dos cofres dos municípios e do fisco, com a dinâmica que ali pode ser criada.

A propósito, os berbigões no Galfurra estavam de se lhe tirar o chapéu!

A minha passagem por Veneza...

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Hoje apeteceu-me remexer nas poucas fotos que tirei quando estive em Veneza. Fui em trabalho e não houve muito tempo para conhecer a cidade, como ela merece ser conhecida. Tem a fama de ser a mais romântica do mundo! E, de facto, Veneza desperta paixões. Entre um passeio de gôndola ou um simples café no Florian, é mesmo difícil resistir ao charme deste lugar. Aliás, foram poucas as cidades que, até hoje, tiveram o condão de inspirar tantos poetas, tantos filmes, tantas lendas... Apesar do foco no turismo, para os românticos continua a ser um lugar ímpar, onde o pôr-do-sol no Grande Canal tem um encanto especial. Para os mais racionais, a "cidade das gôndolas" pode ser apenas um lugar que nasceu e cresceu sobre uma laguna. Menos poética, esta designação não lhe retira a grandeza da arquitectura e a forma inteligente como os venezianos construíram e embelezaram uma cidade sobre um fundo lodoso. 

A Piazza di San Marco é o coração e a alma de Veneza. E disso não restam dúvidas! Conta-se que quando Napoleão viu esta cidade pela primeira vez, chamou-lhe "o mais belo salão da Europa". E eu concordo! Um passeio nocturno por esta praça é uma experiência que transcende qualquer expectativa. Os famosos Caffé Florian e o restaurante Quadri, com orquestras permanentes, presenteiam-nos com uma deliciosa "competição" entre si. Surpreendeu-me o facto de, numa praça atolada de pessoas, prevalecer o respeito pelos artistas e não se ouvir mais do que um burburinho de fundo. 

A cidade está cortada por canais e é através dos mesmos que chegamos a qualquer ponto de Veneza. O maior de todos, o Grande Canal, é cruzado pelas pontes Degli Scalzi, Rialto e Accademia. Nas suas margens existe um sem número de palacetes, erguidos nos séculos XVII e XVIII, que narram, detalhadamente, a história e extravagâncias desta cidade. 

E como não podia deixar de ser, na terra das gôndolas é imprescindível que passemos pela experiência de passear numa delas. Mas atenção! Para evitar surpresas, tentem combinar previamente um desconto com o gondoleiro. É que o preço de uma hora de passeio pode atingir valores verdadeiramente exorbitantes. E, por norma, esse valor não inclui o acompanhamento musical. Por isso, certifiquem-se bem de todos os detalhes antes do embarque para que o romantismo da coisa não se transforme num pesadelo. 

De resto, os vaporettos são o meio de transporte mais comum por aqui. Mas para quem não domina o italiano, que é o meu caso, nem sempre a aventura de circular neste meio de transporte corre pelo melhor. As paragens têm todas nomes parecidos e muito facilmente vamos desembarcar à outra ponta da cidade. Existe a alternativa dos barcos-táxi mas é uma opção bem mais dispendiosa, principalmente a partir das 20:00. 

No último dia de viagem ainda tive tempo de conhecer a ilha de Lido, a famosa praia dos ricos e famosos. Uma das zonas mais luxuosas da cidade, serviu de cenário ao filme "Morte em Veneza". É lá também que acontece o famoso festival de cinema de Veneza. De regresso ao hotel passamos ainda por outra ilha, Murano, célebre pela indústria do vidro. Valeu pela paisagem mas as peças de vidro que se encontram à venda nas imensas lojas de souvenirs são verdadeiramente caras. 

Em suma, é um destino que vale a pena, merece ser conhecido, merece ser descoberto e é pouco provável que não regressem encantados com aquele lugar. 

 

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O Rocío na Rua da Betesga

Esta é a segunda vez que o Edmundo Gonçalves colabora como autor convidado aqui no blog. Primeiro pedi-lhe que partilhasse as peripécias de uma aventura nos Açores e agora voltei a desafiá-lo! Desta feita para contar-vos um bocadinho de uma recente e maravilhosa viagem, na qual tive o prazer de participar, em terras de nuestros hermanos. Obrigada Mina, Edmundo, Isabel, Célia, Josué e Francisco pela excelente companhia e por nos apresentarem lugares assim...

 

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Texto de Edmundo Gonçalves

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O Rocío na Rua da Betesga...

Ou um fim de semana de cañas, muitos fritos, tapas e um barrete do tamanho duma enorme romaria, que merecia melhor comedor.

 A coisa estava combinada há algumas semanas, a estadia reservada e a vontade de conhecer uma romaria de que já tínhamos tido em Novembro passado um cheirinho, estava em alta.

Partimos na sexta, 13 (lagarto, lagarto) . O destino era Islantilla, poiso demais conhecido e apreciado e depois de algumas peripécias que me escuso contar, lá chegámos já o sol se tinha posto. Bom, o que se perdeu em tempo, poupou-se em combustível, valha-nos isso…

Alojados e esfomeados, logo ali se partiu para uma farinheira com ovos, uns queijos de ovelha, uma paiola de se lhe tirar o chapéu e mais um presunto de trás da orelha e mais uns filetes de peixe-espada em conserva, pão e vinho, um branquinho no ponto, gelado  ali de repente por método que se explicará lá mais para a frente, se a dona do tasco estiver para aí virada. E tinto, de Tomar, que tem uma propriedade singular e que é a de deixar a Isabel de cu pregado na cadeira…

Sábado pela manhã um passeio pelo calçadão e pela praia dos pescadores, onde encontrámos um restaurantezinho com a esplanada vazia. Aqui as opiniões dividiam-se: uns diziam que se estava vazio era porque não devia ser bom, outros que nunca tinham apanhado barretes nestas situações. Bom, começámos pelas cañas e como vieram geladas, o início foi prometedor. Na segunda rodada já alguém optou por uma mistela chamada tinto de verano (argh…) e lá começaram a vir os “morfes”: adobo, puntillitas, biquerones, choco frito, gambas da costa na chapa e já me passou que mais, mas a reportagem certamente vos dará uma panorâmica do “abuso”. Escusam de saber quantas cañas foram, porque de seguida se decidiu fazer a viagem de quase 100km até Rocío e todos queremos parecer cumpridores.

Ah! Já me passava, todos concordámos que o raparigo que nos serviu, com uma eficiência, rapidez e simpatia enormes, era a cara chapada do César Mourão. Digam vocês, depois de verem a foto, se estávamos toldados pela cerveja, ou se tínhamos alguma razão.

Já em Novembro, como se diz lá em cima, tivemos um cheirinho da romaria, mas tudo o que vimos, comparado com o que acabámos por assistir e apesar de já irmos preparados para isso, ultrapassou todas as expectativas. Aquilo é imponente! Centenas de carroças (pronto, galeras, caleches, charretes e outras paneleirices) puxadas algumas por mulas, mas na sua maioria por várias parelhas de cavalos, mais algumas centenas de cavalos montados por homens e por mulheres e alguns por ambos, com elas à garupa, eles e elas nos trajes tradicionais. De Sevilhanas elas, de ginetes eles.

 

É, digamos, um misto de Fátima sem o ar sofrido, já que aquilo é mesmo uma festa, um misto, dizia, entre Fátima e a (feira da) Golegã.

 

E as casas das irmandades. Pelo som da festa ouvimos que se apresentaram à virgem setecentas e vinte e uma irmandades dos mais variados locais de Espanha, sendo que cada uma delas tem instalações no local, algumas verdadeiros palácios pelo tamanho, que servem para albergar os peregrinos e onde confecionam as refeições; Estão a imaginar o tamanho da coisa, né? Logo à chegada fomos convidados a entrar numa delas; Infelizmente, porque queríamos ver tudo, não estivemos muito tempo, mas fomos visitando algumas ao longo do percurso, já que a entrada é franqueada, ninguém pergunta nada a ninguém, o ambiente é de festa permanente. Em resumo, a festa é grandiosa, bonita e ainda que sendo de tributo a uma divindade cristã, não tem a lamechice (perdoem-me os crentes) de Fátima. É, digamos, um misto de Fátima sem o ar sofrido, já que aquilo é mesmo uma festa, um misto, dizia, entre Fátima e a (feira da) Golegã. Aconselha-se vivamente! Mas se quiserem ir, levem um lanche. É que o jantar foi um autêntico barrete, num restaurante de feira, daqueles improvisados e que até tinha um excelente aspecto, mas… para esquecer. O Josué gostou, mas a gente continua a dizer que foi da cerveja.

 

Domingo foi dedicado ao corpo.

As meninas passaram o dia entre a piscina interior e os banhos de sol. Os homens trataram do almoço, umas migas de espargos com entrecosto frito que nem vos passa, e assistiram ao futebol e beberam uns copos. Pronto, muitos. Afinal, cada um trata do corpo como quer, ou não?!

Segunda, regresso (sem que não se tivesse que dar a volta por duas vezes, uma por uns sacos, outra pelas chaves de casa de alguém) passando por Cabanas de Tavira e pelo Ideal, onde se degustou uma sopa rica do mar e uns pastéis de polvo com arroz de tomate do outro mundo.

Em jeito de curiosidade, como calculam sem qualquer intenção, o valor total das refeições “fora”, foi sempre de 105 Euros. Mais em bebida, mas que é que querem, estava calor…

Em resumo, um belo fim-de-semana. Se quiserem ir, há vários dias com romaria com menos confusão, mas não será a mesma coisa. A vantagem é que os restaurantes de tapas e petiscos estão menos concorridos e a vossa veia petisqueira, se a tiverem como nós, sairá reconfortada. Mas vão, que vale a pena.

 

Procissão Virgem del Rocio

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 O "barrete" no restaurante da festa

 

Um pequeno vídeo que ilustra bem o espírito desta festa...

 

 

 

Em Islantilla...

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O sósia do César Mourão 

 

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 O almoço no restaurante "Ideal", em Cabanas, no Algarve...

 

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Patrícia Teixeira

Edmundo Gonçalves

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