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Se a inês sabe disto

Será o melhor sushi do mundo?

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Sukiyabashi Jiro é um dos melhores restaurantes de sushi de Tóquio. E contra isso parece não haver grande argumentação possível. O chef Jiro Ono, proprietário do restaurante, tem 87 anos, já conquistou três estrelas Michelin e foi reconhecido pelo governo japonês como "tesouro nacional" e "mestre", pela contribuição que oferece à culinária japonesa. O espaço onde tudo acontece é minúsculo, com lotação para dez pessoas e a decoração simples e minimalista. Aliás, até fica meio escondido no subsolo, mais exactamente na estação de metro de Ginza.  

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Os pratos do chef Ono são a prova mais óbvia de que as aparências realmente iludem. As peças de sushi são apresentadas ao cliente de forma simples, sem enfeites, mas o que é essencial está lá: o sabor, o peixe mais fresco, o arroz cuidadosamente seleccionado e cozido e o corte perfeito. Cada degustação tem um custo aproximado de 200 euros. E se tiverem intenção de lá ir é bom que reservem com, pelo menos, um mês de antecedência. E não se desiludam se ao fim de meia hora ficarem despachados desta experiência gastronómica. É que esse é o exactamente o tempo necessário para, segundo o chef, degustar cada iguaria com calma, e a seguir dar lugar a outro. As peças de sushi vão sendo postas no prato pelo chef, uma a uma, e ele aconselha que não as deixemos repousar tempo demais :"perde-se grande parte da essência do sabor", justifica. Conta quem lá esteve que é uma das experiências mais enriquecedoras para o paladar. Aqui fica o documentário Jiro Dreams of Sushi, caso queiram conhecer mais detalhadamente a história deste chef e deste espaço tão afamado a nível internacional, bem como detalhes a respeito da confecção de cada peça.

 

 

Conheçam o novo spot de sushi, na Ericeira!

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Para os amantes de sushi e praia, poucas combinações haverá mais apelativas que esta. O bar/restaurante Na Onda fica mesmo na praia da Foz do Lizandro, na Ericeira, e promete ser um dos spots deste verão. O ambiente é muito descontraído e é isso que se pede num espaço à beira-mar plantado. Para começar vamos esclarecer que a decoração não é a de um restaurante típico japonês porque aqui, apesar do sushi ser protagonista, a ementa foi estruturada com outras opções para quem não é muito fã deste tipo de cozinha. Mais um ponto a favor quando em causa está a escolha de um restaurante que alia a boa mesa ao convívio! E isso não invalida, em nada, a qualidade das iguarias japonesas que lá são servidas. Pelo contrário!

Há dias estive lá com uma amiga, e como se não bastasse a paz e a tranquilidade que aquele imenso areal e o mar ao fundo nos proporciona, fomos agradavelmente surpreendidas pela variedade de sushi e sashimi que compõe a ementa à la carte. E também pelo atendimento super acolhedor e simpático. 

Rodrigo Mattos e Vagner Negao são os mestres de sushi encarregues de preparar estas delícias. Pedimos um combinado (que inclui variedades de hossomaki, niguiri, sashimi e uramaki) e outras especialidades que fizemos questão de provar. É ponto assente que os olhos também comem e merece destaque o cuidado na apresentação, como se pode ver pelas imagens. Depois, e porque sem isso o resto depressa se torna irrelevante, um merecido elogio à frescura dos ingredientes, que foi respeitada com rigor. Por isso, se estão à procura de um sítio onde possam saborear um sushi mesmo ao pé da praia, aconselho vivamente que façam uma visita ao bar/restaurante Na Onda. Mas atenção: ao domingo à noite e à segunda o espaço está aberto mas não serve cozinha japonesa. 

 

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O sushi que é um sucesso, na Malveira!

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Sou frequentadora assídua do Sushi Mish Mish, na Malveira, desde que abriu as portas em Agosto de 2014. O segredo do sucesso é, na maioria das vezes, muito simples, e este não foge à regra. São 3 os ingredientes principais: a decoração minimalista, que faz parceria com a temática do restaurante, a simpatia e o atendimento cuidado do staff, imunes à casa sempre cheia e, claro está, a qualidade irrepreensível do que nos é servido. O menu rodízio, com um preço bastante apelativo, sugere a degustação, e repetição sem restrições, de tudo a que temos direito: sashimi, nigiri, maki, uramaki, temaki, grelhados teppan-yaki, entre outras delícias da cozinha oriental.

E garanto-vos que a frescura dos ingredientes não trai a expectativa.  Do primeiro ao último momento desta saborosa viagem pela cozinha japonesa, o paladar é constantemente desafiado com novas texturas e sabores. E como em qualquer bom restaurante, também aqui o balcão onde os mestres do sushi dão forma ao nosso pedido, está mesmo ali, à vista de todos.

Para quem não é muito fã do chá ou do tradicional sake para acompanhar a refeição, o espaço dispõe de uma carta de vinhos variada. 

Como nem sempre é fácil conseguir mesa, principalmente ao fim-de-semana, sugiro que façam reserva com antecedência. Mas se tiverem de esperar, tudo se compõe! O restaurante dispõe de um pequeno bar e duas ou três mesas na esplanada, onde podemos saborear um gin enquanto aguardamos pela nossa vez. Se preferirem ficar por casa, o Sushi Mish Mish dispõe de um serviço de take away. Consultem o site para informações mais detalhadas. 

Não deixem de visitar...

 

Morada: Rua das Queimadas, nº1, 2665-291 Malveira

Telefone: 21 966 0764

Email: mail@sushimishmish.pt

Facebook: Sushi Mish Mish

 

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Fotos: Pessoais e retiradas do site do restaurante

10 regras que desconhecia sobre sushi!

Não digo que não a um bom sushi. Aliás, não digo que não a sushi. Ponto! Tenho restaurantes de eleição, como é óbvio, mas se o desejo de comer um niguiri se tornar incontrolável, não sou menina para esperar! Sento-me à mesa do primeiro japonês que aparecer. E só depois, já com um sashimi mal fatiado no prato, é que começo a tecer as mais variadas críticas. O que eu não sabia, até há poucos dias, é que existem regras que tornam a experiência de saborear o sushi muito mais agradável e proveitosa. E embora elas sejam cumpridas à risca no Japão, no Ocidente não é bem assim. Alguns chefs de cozinha japoneses entram em nossa defesa e dizem que não nos devemos sentir intimidados por elas e, simplesmente, “usufruir do sushi”. Eu assino por baixo. Mas pelo sim, pelo não, deixo-vos algumas dicas que os mestres apontam como essenciais para melhor disfrutar desta iguaria japonesa. Pelo meio, algumas regras de etiqueta...

 

A Ordem de Sabores

Para que possa ususfruir ao máximo de todos os sabores, os chefs aconselham que se comece pelos peixes de sabor menos intenso como o peixe-branco (1) ou o atum (2), seguindo para o salmão (3) ou ovas de salmão (4). Devemos deixar para o fim o sushi com sabores mais doces, com ovo, por exemplo. (5). De acordo com as regras de etiqueta, quando pedimos rolos de sushi menos elaborados (6), significa que temos intenção de terminar a refeição. 

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Como usar os hashi (pauzinhos)?

Para início de conversa, no Japão é falta de respeito esfregar os hashi um no outro. O chef pode entender essa atitude como um recado do cliente para a má qualidade dos mesmos. E enquanto não terminamos a refeição, sempre que fizermos uma pausa, o ideal é que os hashi sejam colocados como se vê na imagem 1 e 2. Só no fim é que devem ser "arrumados" como se vê na imagem 3, sem nunca ficarem cruzados. 

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Comer com as mãos

Saiba que, se for daquelas pessoas que ainda não está familiarizado com a técnica dos pauzinhos, pode perfeitamente comer à mão. Pelo menos no Japão ninguém vai levar a mal. Aliás, o sushi é tradicionalmente considerado uma fingerfood. Evite sempre o uso de talheres. No Japão a faca é considerada uma arma e usá-la nas refeições pode ser mal interpretado. Usar os hashi ou a mão é sinónimo de "refeição pacífica". 

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Nunca molhar o arroz no molho de soja (shoyu)

Este é, talvez, o erro mais comum com que nos deparamos nos restaurantes japoneses. E existe naturalmente a explicação para esta regra: ao embebermos o arroz no molho de soja, além de existir a grande possibilidade do rolo ser destruído, o sabor irá ficar completamente alterado, muito mais salgado. Por isso, é aconselhável que se molhe apenas uma parte do peixe. Caso o formato do rolo não permita fazer esta "manobra", é costume molhar um pedaço de gengibre na soja e usá-lo para pincelar a peça de sushi. 

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Proibido dar dentadas. Mas há excepções...

O sushi deve ser comido inteiro e, quase sempre, os chefs preparam as peças com o tamanho ideal para que possam ser ingeridas de uma vez só. Porém, existem excepções. É o caso do temaki e do futomaki. De dimensões maiores, podem (e devem!) ser comidos com as mãos e em várias dentadas. Porém, nunca devem regressar ao prato, devendo permanecer na mão até que sejam totalmente ingeridos. 

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Sejamos razoáveis na quantidade de wasabi

E eu confesso que este é o meu ponto fraco. À semelhança do molho de soja, também não devemos exagerar na quantidade de wasabi pelo mesmo motivo...deturpa o sabor! A regra diz que a quantidade ideal deste picante é a que vem para a mesa, e é decidida pelo chef. Eu cá peço sempre doses reforçadas desta pasta verde :). Alguns mestres da cozinha japonesa defendem mesmo que o wasabi deve ser colocado directamente na peça de sushi ou sashimi e não dissolvido no molho de soja, como habitualmente fazemos. Além da função digestiva, o wasabi é também um eficaz desinfectante do peixe. 

 

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Para que serve o gengibre

O gengibre é para ser comido antes do sushi e de vez em quando durante a refeição. Porque limpa a boca e abre o paladar para os novos sabores que vamos experimentando. Quase sempre a quantidade de gengibre que é disposta na mesa, no início, é considerada suficiente pelo chef. 

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4 peças? Nunca!

Os japoneses nunca pedem quatro peças de sushi, sashimi ou seja do que for. Para eles o número 4 é sinónimo de azar pois é escrito e pronunciado da mesma maneira que a palavra morte (shi). 

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Não sirva sake a si mesmo

No Japão esta regra é sagrada. Se optarmos por beber sake num restaurante japonês, nunca devemos encher o nosso próprio copo, pois é considerada falta de educação. Essa função cabe a quem está ao nosso lado/frente. Enquanto estamos a ser servidos, devemos segurar no copo ao alto, com a mão direita, apoiado na base pela mão esquerda. 

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Não brinde com "chin chin"

"Kanpai " (tradução: esvaziar a chávena) é o brinde tradicional japonês. Se viajarmos até ao Japão e nos ocorrer dizer "chin chin ", é provável que passemos a ser o centro das atenções, mas pelos piores motivos. É que essa expressão refere-se a uma parte mais íntima dos homens. Fica o aviso!

 

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Quer ter sucesso no amor? Não peça caldeirada...

No Domingo é o Dia dos Namorados! E quem me conhece sabe que celebrações impingidas não são a minha praia. Mas isso não vem agora ao caso. Há dias dei de caras com um artigo que me chamou a atenção. Basicamente, o site de relacionamentos Match.com realizou uma pesquisa e concluiu que as probabilidades de garantir um segundo encontro romântico aumentam consideravelmente se no primeiro encontro pedirmos comida japonesa e vodka. Pois é meus amigos! Ao que parece, se arriscarmos fazer boa figura de pauzinhos na mão as chances de voltar a ver a outra pessoa aumentam em 107%. Mas não é tudo! Pedir vinho ou cerveja talvez não seja a melhor ideia. Diz este estudo, liderado pela antropologista Helen Fischer, baseado num universo de 5.504 solteiros, com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos, que pedir vodka é outro dos grandes segredos. E, surpreenda-se, neste caso as probabilidades de um segundo encontro sobem para 137%. Fica a dica...

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Patrícia Teixeira

Edmundo Gonçalves

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