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Se a inês sabe disto

A eterna sedução de uma jóia

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Marilyn Monroe bem dizia que "os diamantes são os melhores amigos de uma mulher". Exageros à parte, é bem verdade que são poucas as mulheres que resistem ao encanto de uma jóia. E porque o Natal não tarda está a bater-nos à porta, vamos aqui deixando algumas sugestões de prendas para todos os bolsos. Hoje venho falar-vos da colecção Liens Seduction, a nova linha da coleção Liens, uma das mais emblemáticas da Maison Chaumet, que acabou de chegar a Portugal. São 16 peças em ouro rosa e ouro branco, com delicadas incrustações de diamantes, que trazem à colecção uma nova faceta de sentimentos: a leveza de um amor inocente, a despreocupação de um romance adolescente, o prazer da sedução caprichosa. A exclusiva colecção de anéis, pulseiras, brincos e pendentes inaugura um novo capítulo na história da marca francesa fundada em 1780 e acaba de chegar às montras Machado Joalheiro.

“Intensa como a paixão, e ainda assim livre como o amor”. É nestas palavras que a marca, que desenhou as joias com que Napoleão Bonaparte declarou o seu amor à imperatriz Josefina, começa por descrever a nova colecção Liens Seduction. Tudo começou no número 12 da Place Vendome, no coração de Paris, onde os criativos da marca parisiense desenharam a aquarela “um laço de diamantes que se desenrola leve e lentamente para abraçar caprichosamente os dedos e o coração”. Uma evocação de um mundo despreocupado, que recorda a primeira vez que corámos com um elogio. Uma colecção desenhada sobre o signo da sedução inconsequente e livre, mas que celebra também as amizades duradouras e o amor inabalável.

"Amar, oferecer, partilhar”. A força do símbolo e a delicadeza do gesto sempre estiveram representados nos laços da coleção Liens, onde cada peça é um bijou de sentiment, uma companhia íntima e fiel. “Uma expressão universal do amor, um amuleto que nos vincula ao mundo e aos outros”, que é reinventada na colecção Seduction para nos transportar para a cidade da luz e da criação. Cada anel é um “fio de ouro que liga o passado, o presente e o futuro”, que nos faz imaginar numa varanda do Quartier Latin, largando um punhado de balões que rumam ao céu, numa promessa de liberdade e felicidade.
Esta novidade foi o pretexto da Maison para uma campanha audaz que desvenda pequenos testemunhos no palco inspirador de Paris, a cidade do amor e da criação. Filmes onde pode ver um casal que abraça uma promessa de amor verdadeiro, uma mulher que se torna mãe e cumpre um ritual de ternura, passando um testemunho para a sua filha, símbolos de amizades eternas e promessas de alegria e liberdade inspiradas pela Place Vendôme. Desvende esta história, que estará em exposição nas lojas Machado Joalheiro – Porto e Lisboa, e deixe que a sedução guie o seu destino.

 

 

A propósito do burkini...

 

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Como não podia deixar de ser, o tema gerou controvérsia. Refiro-me ao burkini e ao facto de duas mulheres britânicas terem sido expulsas da piscina de uma unidade hoteleira, no Algarve, por o usarem. Para quem não sabe, o burkini foi concebido para proteger a discrição das mulheres muçulmanas mas que, surpreendentemente, está a ganhar mais terreno do que era inicialmente previsível no universo da moda. Ao ponto da conhecida marca de roupa Marks & Spencer ter apostado até na comercialização de dois modelos de burkini. Em 2011, a chef de cozinha Nigella Lawson foi fotografada, e consequentemente criticada, por ter usado esta peça de roupa que para muitos é símbolo de discriminação e uma afronta à liberdade das mulheres. Certo é que esta moda parece ter vindo para ficar até porque, de acordo com um responsável de marketing da Marks & Spencer, "este tipo de fato-de-banho protege a pele das tão temidas radiações solares, além de ser muito confortável". 

Nestas situações acho que sinceramente cada um sabe de si! Discordo em absoluto que alguém seja obrigado a usar o que quer que seja, por que motivo for. Mas expulsar alguém de uma piscina por usar burkini parece-me altamente discriminatório. Ninguém é obrigado a exibir o corpo em público e as motivações para o seu uso podem ser mais que muitas. Assim como reclamamos o respeito pela nossa cultura e sociedade, não podemos exigir a um muçulmano que deixe de sê-lo, simplesmente porque veio a banhos ao Algarve. 

Alega-se, como forma de justificar a proibição do uso do burkini em determinados países, que o mesmo simboliza um atentado ao direito à Liberdade e Igualdade. Será assim em alguns casos. Não em todos! Não nos esqueçamos que, para muitas mulheres, trata-se apenas de um código de vestuário que adoptam de livre vontade. Se prevalecer a ideia de que a integração dos muçulmanos nas sociedades europeias implica renúncia à sua identidade, não será de estranhar depois a tendência para a radicalização.

 

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Nigella Lawson com um burkini

 

Mas afinal, como surgiu o burkini?

Em 2003, Aheda Zanetti fundou a AHIIDA, uma das maiores marcas de burkinis. A criadora diz que teve ideia de conceber este modelo depois de ver a sobrinha a praticar desporto com o tradicional hijab (véu), que se tornava bastante incómodo. Decidiu aliar o conforto à flexibilidade e assim nasceu o burkini. Hoje, 14 anos depois, esta ideia valeu-lhe reconhecimento a nível mundial com a aprovação e certificação oficial da comunidade islâmica que olham para este fato-de-banho como forma de encorajar as mulheres muçulmanas a praticar desporto.  

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Aheda Zanetti 

Última chamada para as Flat Lovers

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A Aerosoles é definitivamente a marca de sapatos sobre a qual, a nível de qualidade e conforto, não consigo apontar um defeito. Existe mesmo aquela sensação de "andar nas nuvens" devido às solas serem feitas em padrão de diamante, que absorvem o impacto ao caminhar. A colecção Outono/Inverno da marca traz grandes novidades mas enquanto o frio não chega ainda vão a tempo de dar uma espreitadela nas lojas ou no site e cair de amores pela colecção de sandálias rasas Girl Talk, Conchlusion e Chlass Ring. Todas elas adequam-se perfeitamente a um visual casual chic, quer seja para trabalhar ou para um ambiente festivo. E algumas já se encontram em promoção. 

As sandálias da colecção Girl Talk são ligeiramente pontiagudas com tiras metálicas na zona do tornozelo. Digamos que é um estilo mais arrojado e moderno. Tem um fecho na parte de trás, a palmilha almofadada com material viscoelástico apoia os seus arcos nos locais certos permitindo aquela sensação enorme de conforto.

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Na colecção Conchlusion os ilhós arrojados marcam a diferença nestas sandálias com uma parte superior geométrica e uma tira com fecho de fivela. A palmilha é igualmente feita com material viscoelástico, associado à tecnologia "CORE COMFORT", que proporciona um amortecimento muito eficaz. 

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As Chlass Ring são leves para o Verão e ideais para uma utilização diária. A parte superior foi cuidadosamente elaborada e a palmilha é feita no mesmo material viscoelástico das anteriores.

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A marca de óculos que conquistou as celebridades!

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Em 1984, Christian Roth e Eric Domège fizeram nascer os óculos Christian Roth. E como quase todas as histórias de sucesso, também esta foi despoletada por uma paixão. Neste caso, a de Roth pelo par de óculos Ray-Ban que recebeu do seu pai quando tinha 15 anos. Trabalhou numa loja de óculos de luxo, em Berlim, mas o sonho era bem maior que isso! Mudou-se para Nova Iorque e lá entrou definitivamente com o pé direito! Foi assistente de Rico Puhlmann, um dos fotógrafos de moda mais conceituados dos anos 80, e entrou no meio que viria a abrir-lhe a porta para o sucesso mundial.

Conheceu na mesma altura Eric Domège, um francês recém-chegado aos Estados Unidos, que partilhava com ele a paixão pela moda e pelos óculos. Instalaram-se num estúdio de design em Miami Beach e deram início àquela que seria a maior e melhor aventura da vida de ambos: a criação da marca Christian Roth. 

Ontem estive presente na apresentação da nova colecção da marca, na óptica Olhar de Prata, em Lisboa, e tive, não só o privilégio de constatar a simpatia e humildade da dupla de criadores, como perceber os argumentos que fazem da Christian Roth uma marca com um elevado reconhecimento internacional. Para começar, o design é completamente arrojado e isso é, na minha opinião, a grande mais-valia. Depois, é perfeitamente palpável a qualidade dos materiais usados e o conforto quando os colocamos na face. É óbvio que existem modelos mais simples, para quem não ousa arriscar tanto assim, mas de uma forma geral ficamos com a sensação de que certamente acabaríamos por arranjar um pretexto para usar cada um deles. 

 

Os famosos que se renderam à Christian Roth

Há 33 anos no mercado, a Christian Roth não pára de surpreender pela histórico de celebridades que se renderam à marca. Claudia Schiffer, Linda Evangelista, Lauryn Hill, Mary J.Blige, Kate Moss, Lenny Kravitz, entre outros, são muitas vezes fotografados com modelos criados por Christian Roth e Eric Domège. Também nas passerelles a marca tem forte presença através dos desfiles de estilistas como Karl Lagerfeld, Jean Paul Gaultier e Michael Kors

 

KATE MOSS 

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LENNY KRAVITZ

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MARY J BLIGE

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ELIZABETH DEBICKI no filme "The Great Gastby"

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MATTHEW MODINE

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RHIANNA E KARL LAGERFELD

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Eric Domège explicou que "nos anos 80, 90 as celebridades usavam as coisas que mais gostavam e não aquelas que lhes eram oferecidas a troco de algum retorno. E isso ajudou-nos a crescer bastante no mercado, a ganhar credibilidade".  

 

Kurt Cobain costumava dizer que "Com as luzes apagadas é menos perigoso", como forma de justificar a necessidade de usar óculos de sol quase a tempo inteiro. Era uma forma de esconder-se do mundo e da fama com a qual nunca soube lidar. Um dia, em 1993, decidiu levar para uma sessão fotográfica o modelo 6558, em branco, da Christian Roth. E assim transformou este par de óculos num dos mais icónicos da marca. 

 

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Andy Warhol, que dizia sobre os óculos que pensava sempre no significado de usá-los... "Quando nos acostumamos com eles, não sabemos o quão longe realmente podemos ver. Todos podíamos ver o mundo em diferentes níveis, se não fossem os óculos", foi talvez um dos primeiros grandes responsáveis pela mediatização da Christian Roth. É que, consciente ou não da influência do seu estilo, ditou tendências que ainda hoje servem de inspiração aos gurus da moda. No meio dessa sua irreverência, perdeu-se de amores por modelos da Christian Roth e ficou fã da marca.  

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Em breve postarei no blog as fotos do evento na óptica Olhar de Prata, em Lisboa e da nova colecção. Até lá, podem dar uma espreitadela em alguns modelos no site oficial da marca aqui

 
 

 

 

 

Curly Collection is coming to town…

 

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Lisboa e as suas 7 colinas serviram de inspiração à criação da marca de calçado 100% portuguesa que assume personalidade própria nos modelos que apresenta. A 7Hills Shoes está no mercado há cerca de 3 anos e desde o seu lançamento que vem surpreendendo pela originalidade e conceito nos modelos contemporâneos, citadinos e versáteis, com uma história própria em cada coleção.

Dulce Guarda, criadora da 7Hills Shoes sente um grande orgulho no percurso da marca e reconhecimento que tem obtido a nível nacional e internacional. ‘Este é para mim um momento especial que fica marcado pela apresentação de mais uma colecção inspirada num elemento português – o ferro forjado, a juntar à abertura do novo showroom na cidade que me serve de inspiração’ refere a própria. ‘Neste espaço vão estar expostos alguns dos modelos mais emblemáticos e, claro, as coleções atuais para venda’, acrescenta Dulce.

Os 7Hills Shoes posicionam-se numa gama média-alta cujo principal objetivo é aliar o conforto ao design. Os modelos são 100% couro e caracterizam-se por serem muito confortáveis e adaptáveis a diversas ocasiões, com elegância e versatilidade. O elemento diferenciador passa ainda pela inspiração na envolvência da cidade, onde todos os modelos 7Hills Shoes têm uma pequena história cravada na sola, podendo assim ter a sua própria história de amor a cada passo. 

A primeira coleção da marca foi inspirada no universo da dança. Já a segunda retratava os desenhos e elementos dos azulejos portugueses, uma tradição rica em cor e recortes que tão bem conhecemos. A nova coleção para 2017 apresenta-se com o nome de ‘Curly Colletion’ com inspiração no ferro forjado.

Divulgação de Press Release: Blood.com