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Se a inês sabe disto

Está na hora de começar a pensar na neve!

 

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Bem sei que o calor parece ter vindo para ficar mais uns tempos por cá mas para quem costuma praticar desportos de neve sabe muito bem que chegou a hora de começar a pensar em fazer as reservas de vôos, hóteis e afins para as estâncias de neve...antes que seja tarde e o preço duplique. E assim como fiz no ano passado, volto a "massacrar-vos" com a sugestão de um destino de neve que, para mim e venha quem vier, continua a ser o lugar mais mágico do mundo. Falo-vos obviamente de Engelberg, onde já fui tantas vezes que perdi a conta.

O nome não é dos mais sonantes! Nem tão pouco um destino que exerça de imediato um fascínio no imaginário colectivo. Nunca percebi muito bem porquê, confesso! Para mim, Engelberg continua a ser o segredo mais bem guardado dos Alpes Suíços. Como se costuma dizer por lá, meio em jeito de brincadeira, "esta terra só pode ser sido criada por fadas". É difícil falar deste lugar com imparcialidade. Ali tudo parece ter sido criado pela natureza com o intuito de nos enfeitiçar e 5 estrelas é pouco para fazer justiça a este destino de neve. 

Comecemos pela viagem de comboio que nos transporta até lá. Embora exista a alternativa de chegar a Engelberg de carro, como é pouco provável que precisemos dele para nos deslocarmos na vila, nada melhor que optar pelo transporte de comboio, com partida do aeroporto de Zurique. São duas horas de viagem muito bem empregues, com argumentos paisagísticos tão fortes que comecamos a acreditar, mesmo antes de chegar ao destino, que já valeu a pena a deslocação. O custo da viagem de comboio ronda os 40/50 euros (ida e volta). 

Já em Engelberg, cuja tradução à letra é "Montanha dos Anjos", percebemos que o charme daquele lugar reside obviamente na paisagem, mas também na neve que abunda de tal forma que a simples tarefa de caminhar pelas ruelas nem sempre é fácil e na arquitectura das casas, restaurantes e hóteis. Eu opto sempre por ficar instalada no Hotel Terrace, construído em 1903. Não é dos mais baratos, é certo, mas quem tiver possibilidade de investir um pouco mais na estadia, acreditem que vale a pena aqui ficar. Depois, é deixar as malas no quarto e partir à aventura. Para os amantes de ski e snowboard, Engelberg dispõe de mais de 80 quilómetros de pistas. Preparem-se para subir ao topo da segunda montanha mais alta dos Alpes Suíços (Titlis) através de um teleférico giratório, o Titlis Rotair. E porque aqui a adrenalina é quase uma imposição, respirem fundo e ganhem coragem também para encarar a Titlis Cliff Walk, a ponte suspensa mais alta da Europa. 

De resto, não deixem de fazer uma caminhada pelos roteiros de montanha, cuja informação estará disponível em todos os hotéis ou pontos turísticos, uma descida de tobogã, uma visita ao parque de diversões, com paragem obrigatória, a meio do percurso, no bar do gelo. E, finalmente, não façam o checkout da vila sem, pelo menos num fim de tarde, dançar no aprés-ski Chalet, um bar que atinge o topo da animação com o fecho das pistas, por volta das 17:00. Há música ao vivo quase todos os dias! Para mais informações sobre este destino podem consultar o site

 

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Fria?

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Foi chegar, ver, despir a -shirt, deixar os chinelos e mergulhar, que ali não há tempo para hesitações. Bom, passados alguns minutos tive que tirar as mãos de dentro de água e plantá-las ao sol, mas garanto-vos que o meu eczema no dedo médio da mão direita, apenas com uma visita, apresenta melhoras. Ficámos espantados com a quantidade de carros estacionados, para uma segunda-feira, mas aquilo era "gente e povo" que nem vos conto.

A água é excelente e perdoem a "sem-vergonhice", há aquela parte que não tem pé em que se pode nadar à vontade (obrigado mestre Jacob), que é o melhor de tudo. Parafraseando Octávio Machado, "vocês sabem do que é que eu estou a falar"... Apenas um reparo, que confesso é de ignorante: Todas as infra-estruturas estão no concelho de Ourém (que se candidatou a fundos comunitários e fez um excelente trabalho - a nascente brota naquele concelho), por que carga de água Tomar não leva por diante um plano de pormenor para desenvolver a "parte de cá" da nascente? Se existir, façam o favor de o referir na caixa de comentários, mas parece-me que há ali muito potencial, assim as autarquias ( a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal ) estejam interessadas em investir e deixar margem a quem queira arriscar neste nicho de negócio. Calculo que haverá condicionantes em termos de reservas agrícola e ecológica, mas haverá sempre forma de conciliar todos os interesses, o ambiental, o dos investidores e o dos utentes e ainda o dos cofres dos municípios e do fisco, com a dinâmica que ali pode ser criada.

A propósito, os berbigões no Galfurra estavam de se lhe tirar o chapéu!

Entrevista ao fadista Pedro Junot

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Tive o primeiro contacto com a música de Pedro Junot quando, a propósito de um passatempo que promovi aqui no blog, a empresa Tuk Away Lisbon sugeriu-me que ouvisse o tema "O Fadinho do Tuk Tuk". Achei imensa graça à letra, à música e fiquei a partir daí mais atenta ao trabalho deste fadista. No dia 25 de Maio fui convidada para assistir à apresentação do seu álbum de estreia, "Pedro Maior", no Auditório Fernando Lopes-Graça, no Fórum Romeu Correia, em Almada. Deixo-vos com a entrevista a Pedro Junot para que possam conhecer um pouco mais deste fadista da nova geração...

 Pedro, conte-nos como nasceu a sua paixão pelo fado?

O meu interesse por Fado começa durante o período da minha adolescência. Lembro-me de no vôo de regresso da viagem à Disneyland de Paris ver nas capas dos principais jornais distribuídos a bordo: “Chorai Guitarras, Morreu a Voz do Fado”, Amália Rodrigues. Esta notícia teve em mim grande impacto, o que me levou a procurar informação sobre a mulher, a artista e a fadista que é Amália Rodrigues. Foi aí que nasceu a minha paixão pelo Fado. Entretanto,Filipe La Feria estreia o Musical Amália, o qual gostei muito e assisti inúmeras vezes. Com o musical Amália, comecei a ouvir as vozes da nova geração do fado dessa altura, e que, actualmente, são grandes vozes nacionais. Amália Rodrigues e as vozes da “Nova Geração de Fado” foram responsáveis pelo despertar do meu desejo de cantar. Comecei a cantar Fado e a ter formação musical nas colectividades e, pouco a pouco, fui encarando o Fado como algo sério na minha vida.

Sei que é também psicólogo. Porquê Psicologia?

Desde sempre que me imaginei ligado profissionalmente às áreas sociais e da saúde. Na história da família tenho o exemplo de dois extraordinários e acarinhados médicos e, mais tarde, por paixão, o gosto pelas áreas sociais aliadas à saúde (mental) falou mais alto. Sou Psicólogo Clinico, reconheço o meu trabalho como sendo uma possibilidade que as pessoas têm de promoverem o seu autoconhecimento e o seu bem-estar.

Se fosse viável, gostava de dedicar-se exclusivamente ao fado?

O Fado e a Psicologia são duas paixões, distintas. Como no amor temos que dar sempre o máximo de nós, é o que faço no Fado e na Psicologia, conciliando as duas da melhor forma possível. 

Em Portugal quais são os principais obstáculos que um fadista encontra no percurso de projecção de carreira?

Infelizmente, num país como o nosso, é complicado ter-se uma carreira na música em geral, e o Fado não é excepção. Vivemos num país limitado culturalmente no qual a valorização dos artistas é reduzida ou nula. Contudo, o Fado está na moda. Há um crescimento exponencial do número de fadistas ou de outros cantores que interpretam Fado, o que vem saturar em muito o mercado nesta área. Parece que toda a gente pode cantar Fado e em qualquer lugar se faz um evento de Fado. Para quem começa a dar os primeiros passos no Fado não é fácil, especialmente, quando não se pertence a elites, grupos ou lobbies. Por um lado é bom, pois faz-nos ser diferentes e exigentes na selecção de repertório, nos locais onde se canta e com as condições de contratação. Obviamente, há que fazer um autoinvestimento quer em formação vocal e musical, quer na investigação sobre o Fado em todos os seus momentos e, muito em especial, ouvir e aprender com o Fado das vozes consagradas. O tempo e a entrega que damos quando cantamos encarregam-se de nos tornar ou não conhecidos do público.

Quais são as suas maiores referências a nível musical?

Amália Rodrigues foi a figura determinante na minha paixão pelo Fado. Outras vozes consagradas que me inspiram: Fernanda Maria, Hermínia Silva, Tony de Matos, Carlos Ramos, Manuel de Almeida, Ricardo Ribeiro, Carminho, entre outros.

No lançamento do seu primeiro disco teve como convidados fadistas que, a meu ver e apesar da paixão e sentimento comum com que cantam o fado, acabam por ter um estilo diferente de fazê-lo, ou interpretá-lo. Porquê a escolha de cada um destes artistas?

Foi uma honra muito grande ter, num dia tão especial, as consagradas vozes do Fado de Florinda Maria e Maria da Nazaré e as extraordinárias vozes de Conceição Ribeiro e Emma, uma grande cantora japonesa, bem como a presença das jovens vozes de Maria Passarinho e Tiago Conceição. Pela sua diversidade de estilos, por eu ter um enorme carinho por todos, foi um grande orgulho contar com a presença de cada um.

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Faz parte de uma nova geração de fadistas. Acredita que o fado deve ser reinventado para alcançar a nova geração ou isso seria desrespeitar este estilo musical?

O Fado está na moda, e há cada vez mais pessoas de várias idades a interessarem-se por este estilo musical tão português. Infelizmente a maior parte das sonoridades que estão a ser vendidas como Fado não o são. Não tenho nada contra às novas abordagens musicais que fundem outros estilos ao Fado. Aliás, sou bastante interessado em novas criações que se desprendam do Fado Tradicional, mas na minha opinião, deveria haver o cuidado de explicar ao público que tais criações não são Fado. Nada mais se pode fazer no fado, já tudo foi feito pelos grandes nomes do Fado começando por Amália Rodrigues, que fez tudo e inovou ainda mais. Agora pegam num fado criam-se alternativas musicais para o contexto do “world music”, até pode ser bonito mas já não é fado, mas é o que é comercial fora de Portugal. Há que reinventar sim, melhor, recuperar e retomar o respeito pelo fado. Actualmente há um grande desconhecimento por parte do público sobre o que é Fado. Culturalmente, ainda há muito trabalho para fazer nesse sentido

Explique-me a escolha do nome "Pedro Maior".

“Pedro Maior” é um dos 14 temas que compõem este álbum e, ao mesmo tempo, é uma homenagem a um dos fados tradicionais mais antigos que continua a ser um dos mais cantados, o Fado Pedro Rodrigues. Este fado tradicional é executado em modo menor e geralmente cantado em Sextilhas ou Quintilhas. A melodia de “Pedro Maior” nasce da transposição que o músico Carlos Fonseca fez do Fado Pedro Rodrigues para modo maior e conta com letra de Custódio Magalhães. Com este tema, presto homenagem ao grande Pedro Rodrigues, atribuindo o nome do tema “Pedro Maior” ao meu primeiro trabalho discográfico.

Quais foram os principais apoios que obteve para chegar ao lançamento deste trabalho discográfico?

Em primeiro lugar o acompanhamento técnico por parte de um professor de canto, de modo a tirar o melhor partido da minha voz, bem como lapidar algumas arestas. Por outro lado, um contacto privilegiado com o produtor musical ajudou-me a estudar e a repensar interpretações, assim como o próprio repertório. A minha editora, Música Unida, também acompanhou o meu projeto de raiz tendo sido uma peça ativa para a edificação deste disco.

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O que aprendeu, como artista e como pessoa, desde que decidiu começar a trabalhar no disco?

Fazer este trabalho discográfico foi uma aprendizagem em diversos aspectos. Nunca tinha entrado em estúdio, o que acabou por funcionar como uma verdadeira oficina de desenvolvimento pessoal, técnico e artístico. Este trabalho permitiu-me aprender e desenvolver um espírito autocrítico, lutar pelo que gosto, ser exigente, sentir e viver o fado nas suas bases musicais, poéticas e interpretativas. Foi um trabalho que me enriqueceu muito a nível pessoal. Claro que todo isto é o início do que espero ser um percurso, um percurso de entrega, de entrega ao fado e ao público.

Se lhe pedir para mostrar-me a sua playlist, o que vou encontrar?

Ouço essencialmente música portuguesa. O Fado é sem dúvida o estilo mais presente na minha playlist.

O que sentiu no dia do lançamento do álbum, quando tudo terminou e teve finalmente tempo para fazer o balanço?

Nesse dia estava muito concentrado e focado no espetáculo. Que correu muito bem. Estava acima de tudo muito feliz. Feliz por estar a apresentar o meu trabalho na minha cidade, feliz pela Câmara Municipal de Almada ter confiado em mim e em toda a minha equipa, e muito feliz porque com casa cheia sabia que entre o público contava com família e amigos. A responsabilidade e os nervos eram enormes. Tive um feedback muito bom do público, quer durante o espectáculo, quer no final. Recebi as mais diversas manifestações de carinho de uma multidão que no fim do espectáculo esperou para me ver, felicitar, dar-me um abraço, um beijinho. Esse carinho é isso que me dá força e motivação para continuar, fazer mais e melhor.

De que forma vai agora investir na promoção deste trabalho?

A minha editora, Música Unida, é quem trata dessa tarefa.

Tem algum agradecimento especial que gostasse de fazer?

Gostaria de agradecer em primeiro lugar à minha família pelo apoio que me dão nestes primeiros passos no fado. Depois, a todos os que gostam de mim e se interessam pelo meu trabalho, aos músicos, em especial ao Carlos Fonseca. À Música Unida pelo profissionalismo e competência, pelo excelente trabalho que tem estado a fazer comigo. Aos profissionais do fado, fadistas e músicos, com quem tenho tido o privilégio de partilhar palco, pelo exemplo, fonte e inspiração no fado e com quem tenho muito para aprender.

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SUP, uma paixão!

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O meu primeiro contacto com esta modalidade já foi há algum tempo, a propósito de um evento que organizei em parceria com a escola Ericeira Sup. É cada vez mais frequente vermos praticantes de Stand Up Paddle (SUP) nas praias e rios, e há muito que esta modalidade deixou para trás o conceito de desporto da moda. Veio para ficar, e tanto especialistas na área como praticantes, dão provas concretas de que a mente, a força, o equilíbrio, os abdominais e os braços são rigorosamente trabalhados através desta prática desportiva. Por cá, na Ericeira, temos ainda o privilégio acrescido de contemplar as nossas maravilhosas praias e paisagem natural circundante deste cantinho que é também Reserva Mundial de Surf. Assistir ao pôr-do-sol, rodeado por uma paisagem magnífica e uma paz imensa a fazer-lhe companhia, acreditem, transforma-se num momento inesquecível de rara beleza. 

E desenganem-se se pensam que para praticar SUP têm de ser atletas. Para subir a uma prancha basta ter espírito aventureiro e pouco mais! Neste desporto ninguém fica de fora: mulheres, homens e crianças, mesmo sem qualquer preparação física, estão, à partida, aptos a praticá-lo. No entanto, como em qualquer outra modalidade, também o SUP não dispensa todas as normas essenciais de segurança. Por isso, se tiverem alguma dúvida a este respeito convém esclarecer atempadamente com a Ericeira SUP, que irá certamente esclarecer todas as questões. 

Michel Amaro, o criador do projecto, é licenciado em Educação Física na área do treino desportivo, condição física e tempos livres. Praticante de Surf há 38 anos e de Stand Up Paddle há 14 anos, foi juiz de surf internacional durante 20 anos. É instrutor de Surf e SUP e treinador de Surf reconhecido pela Federação Portuguesa de Surf...Estará, por isso, em muito boas “mãos”. Para quem se estreia na modalidade fiquem a saber que na primeira aula os instrutores vão ensinar-lhe as técnicas básicas do SUP, que lhe permitirão usufruir ao máximo desta experiência no futuro, em segurança. 

Visitem o site Ericeira SUP e conheçam mais detalhes sobre a escola e o que nela poderão fazer e aprender. Deixo-vos com algumas fotos retiradas do site...E fiquem atentos! Em breve voltamos a falar sobre este tema . O blog vai promover um passatempo relacionado com a modalidade. 

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Limipicos...paragem obrigatória na Ericeira!

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A localização não é das mais evidentes, mas até isso lhe assenta como uma luva. O Limipicos Beach Café fica na praia da Foz do Lizandro, na Ericeira, mesmo no fim do passadiço. Totalmente renovado, o espaço é deliciosamente acolhedor, numa espécie de tributo à paisagem com que somos presenteados. A areia e o mar estão mesmo ali, a vegetação faz-lhes companhia e é bem provável que nos percamos de amores por esta visão. 

Preparada para receber-nos com o mesmo conforto em dias frescos ou de mais calor, a esplanada

revela-se um convite irresistível para almoçar, lanchar, jantar ou, simplesmente, perder a noção do tempo enquanto saboreamos um sumo natural ou um cocktail (como só eles sabem fazer!). No fim-de-semana há música ao vivo ou dj a acompanhar o jantar. O menu, agora sob orientação do chef Augusto, alia os sabores tradicionais a novos temperos. E porque "os olhos também comem", é de registar o cuidado na apresentação dos pratos! 

No sábado fui lá jantar e, para começar, serviram-nos folhado de camarão com espargos e travo de manga. O nome é pomposo e o sabor fez-lhe justiça! Quanto ao prato principal, trilogia de carnes com puré de batata doce e hortelã, tenho a dizer-vos que estava simplesmente divinal. A qualidade da carne e o tempero são uma recompensa ao paladar. Para finalizar, uma deliciosa pannacotta com redução de frutos vermelhos e crocante de biscoito. O preço? Diria que justíssimo!

A simpatia da gerente do espaço,Teresa Castelo Branco, e do staff que compõe esta equipa, ajudaram a tornar a experiência ainda mais gratificante, afinal, também é de relações humanas que se faz uma casa . Deixo-vos com algumas fotos para aguçar o apetite e o conselho sincero para visitarem o Limipicos Beach Café

Contacto: 965 114 114

Morada: Rua do Passadiço nº6, Praia Foz do Lizandro, Ericeira

 

 

 

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Fotos: Limipicos Beach Cafe 

 

 

 

 

 

 

 

Patrícia Teixeira

Edmundo Gonçalves

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