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Se a inês sabe disto

Partir nozes numa dobradiça? Isso é para meninos...

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Provavelmente já conhecem esta técnica mas eu, que ando sempre a leste destes truques caseiros, fiquei verdadeiramente impressionada, diria mesmo incrédula. Há tempos fizeram isto à minha frente e eu achei imediatamente que a pessoa seria de Marte ou dotada de algum poder especial. Como é possível partir uma noz só com uma pancadinha no indicador? Experimentei em casa e decidi registar o momento para que não restassem dúvidas. Por isso já sabem, partir nozes nas dobradiças das portas ou até mesmo com utensílios próprios para o efeito, está completamente fora de moda. Aventurem-se e usem o dedo indicador. Além de mais emocionante e corajoso, sempre podemos impressionar quem está à nossa volta. Aqui fica a minha experiência...

 

 

 

Favores a troco de nada! Isso ainda existe?

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Felizmente existe e é fruto do empreendedorismo da brasileira Lorrana Scarpioni, responsável pela criação do site Bliive. Trata-se de uma espécie de rede social onde a partilha de conhecimento, opiniões e experiências entre pessoas que nunca se cruzaram, processa-se de forma totalmente gratuita. E tudo começa com um simples registo no site. Depois, basta que tenhamos alguma coisa para oferecer. Presencialmente ou à distância, pode ser uma aula de piano ou fotografia, uma tradução para inglês ou francês, dicas sobre negócios ou viagens, um truque de magia partilhado ou uma sessão de reiki. Vale quase tudo, desde que com entrega, dedicação e seriedade. Ao oferecermos uma experiência somos pagos em TimeMoney's, a moeda do tempo que trocamos posteriormente para "pagar" um serviço do qual necessitemos com outras pessoas na rede. Quando esgotarmos este plafond virtual, voltamos a oferecer uma experiência para ganhar as moedas virtuais e assim sucessivamente. 

A mentora deste projecto explica que a plataforma, que é e será sempre gratuita, não exige diplomas: "No Bliive todos têm valor e algo a acrescentar à rede. Por isso, qualquer um pode colaborar".  

São mais de 90 mil os serviços actualmente disponíveis nesta rede social que, embore registe maior indíce de actividade no seu país de origem, o Brasil, está a conquistar terreno pelo mundo fora, tendo já inaugurado um escritório em Londres.

Visitem o site para informações mais detalhadas. 

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 A mentora deste projecto Lorrana Scarpioni

 

 

 

 

 

Dois documentários Netflix para ver esta noite!

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Recém-viciada na Netflix e a ususfruir como se não houvesse amanhã do período gratuito de 30 dias, quero partilhar convosco 2 documentários que me deixaram realmente presa à televisão ontem à noite. Nunca fui de passar horas no sofá a ver filmes ou o que quer que fosse mas, desta vez, não há horita livre que não aproveite para sugar tudo o que esta plataforma tem para oferecer. Aqui fica a minha sugestão para este serão:

 

I'LL SLEEP WHEN I'M DEAD

Um dos dj's mais controversos da música electrónica é também um homem fortemente marcado pela ausência do pai na sua vida. Um documentário muito interessante sobre o dj e produtor musical Steve Aoki, onde nos é dado a conhecer também o outro lado, aquele que ninguém desvenda durante as suas polémicas, talvez um pouco bizarras, actuações ao vivo. Aqui está o trailer...

 

 

THE WOLFPACK (2015)

Chocante é a palavra certa para definir este documentário que conta a história real de 6 irmãos que foram criados em cativeiro pelos pais, uma americana e um peruano, que jura ser parente de Deus. Durante anos foram muito poucas as vezes que as crianças saíram do apartamento onde moravam todos juntos. O dia-a-dia da família era passado a ver e a recriar cenas de filmes muito conhecidos como "Pulp Fiction". Uma história verdadeiramente impressionante, a não perder! 

 

 

 

 

 

O significado escondido nas peças do Monopólio

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Se não é o jogo de tabuleiro mais vendido em todo o mundo, anda lá perto. De acordo com o site da Hasbro (empresa que detém os direitos de comercialização do jogo), o Monopólio é vendido em 103 países, publicado em 47 idiomas, adaptado em 300 versões e com cerca de 275 milhões de vendas registadas por ano. Mas há uma questão que sempre me inquietou...por que razão temos de ser um ferro de engomar ou um sapato num jogo onde é suposto assumir o papel de um temido capitalista? Tinha de haver uma razão e eu fui à procura dela...

Embora alguns símbolos tenham sido substituídos ao longo dos anos, as peças não foram, obviamente, escolhidas ao acaso! A cartola, o cão (um Scottish Terrier), o navio de guerra e o carro de corrida são símbolos de poder e riqueza. O sapato, o carrinho de mão, o dedal e o ferro de engomar representam a vida e as profissões dos mais pobres. E é disso mesmo que trata este jogo: a disputa entre as classes sociais pelo poder e riqueza. No meio desta pesquisa, descobri ainda que existe um estudo realizado por Philip Orbanes, criador de jogos de tabuleiro e autor de vários livros publicados sobre o Monopólio, que assegura que a personalidade de cada jogador é denunciada logo no início, com a escolha de determinada peça. Vamos então por partes, ou melhor, por peças...

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NAVIO: Os jogadores que escolhem esta peça tendem a ser mais cruéis do que os outros jogadores. Têm faro e talento artístico. Na hora de tomar decisões financeiras revelam-se autênticos craques de matemática. São agressivos no negócio.

 

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SAPATO: As pessoas que escolhem esta peça são normalmente muito exigentes. Uma em cada 16 pessoas escolhem o sapato. São pessoas generosas mas facilmente irritáveis. Têm boa memória e nunca se esquecem de quando foram desafiados ou testados por outros jogadores. Mais mulheres do que homens escolhem o sapato.

 

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CARRO: É a peça mais popular, preferida por 1 em cada 4 jogadores. As pessoas que a escolhem são extrovertidas, simpáticas e adaptáveis a qualquer ambiente ou situação. Há mais homens que mulheres a escolher o carro. São apaixonados pela vida.

 

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CARTOLA: É a segunda peça mais popular deste jogo, escolhida por 1 em cada 5 jogadores. Pessoas que optam pela cartola são geralmente introvertidas na vida real e o jogo é uma forma de escape, onde podem revelar uma personalidade escondida, mais dominadora do que no dia-a-dia. No jogo não se importam de chamar a atenção ou apelar à controvérsia. São mestres na estratégia e calculistas. Não investem antes de avaliar convenientemente as probabilidades de retorno financeiro.

 

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FERRO:  Uma em cada 20 pessoas preferem jogar com o ferro. São persistentes, raramente cedem e a vontade deles acaba quase sempre por prevalecer. No entanto, lidam bem com a adversidade .

 

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CÃO: É mais escolhido por mulheres. São pessoas confiáveis e com vontade de jogar. Mentalmente ágeis e apaixonados pela ideia de ganhar o jogo. São moderados a arriscar e cuidadosos na estratégia. Adoram contar o dinheiro. Não sendo um dos símbolos originais do Monopólio, Orbanes acredita que ele adicionado ao jogo em homenagem ao presidente Franklin D. Roosevelt, que tinha um terrier escocês quando o jogo foi popularizado. 

 

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DEDAL: Quase sempre escolhido por mulheres, é a segunda peça menos popular do jogo. As pessoas que escolhem o dedal são consideradas práticas, sensíveis e criativas. Orbanes diz que os dedais utilizados em versões anteriores do Monopólio tinham a inscrição: "Para uma boa menina ". Porque noutros tempos, quando uma adolescente atingia uma certa idade, recebia um dedal de presente com essa frase, simbolizando a capacidade que teria para aprender a costurar com a mãe. 

 

 

 

 

 

Vai ao Jardim Zoológico? Não use o Obsession, da Calvin Klein...

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Tenho uma amiga que em Agosto vai fazer um safari e achei pertinente recuperar esta notícia. Basicamente, há mais de uma década, Patrick Thomas, um tratador de animais do Jardim Zoológico do Bronx, em Nova Iorque, testou 24 fragrâncias junto de leopardos, leões e tigres e comprovou que o perfume "Obsession" para homem, da Calvin Klein, foi um verdadeiro sucesso junto de certos felinos. A descoberta foi fundamental para que investigadores de todo o mundo conseguissem atrair mais facilmente algumas espécies para "armadilhas fotográficas" e de recolha de genes. Desta forma o estudo desses animais podem ser feitos com maior precisão e eficácia. Vejam o vídeo onde o próprio Patrick Thomas explica todos os detalhes. Ah, e já agora, não usem o "Obsession" na próxima visita ao Jardim Zoológico. Nunca fiando...