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Negócio da China

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Em 2011, o Álvaro, o Portas, o Gaspar e o Coelho decidiram vender aos chineses a sua (nossa, de Portugal) posição na EDP. Sempre achei um mau negócio, não por ser uma sumidade em gestão, mas por ser um gajo que sabe observar o que se passa à sua volta e perceber que a malta tem que ter electricidade em casa e se não a pagar, ‘tá feito. Portanto sempre considerei o Mexia, outro dos implicados na golpada, um gestor de treta, porque, desculpem a imodéstia, na EDP qualquer cabeçudo é gestor.

Bom, dizia eu que achei um mau negócio, mas o distinto governo da Nação, talvez cumprindo ordens emanadas de outros fóruns, avançou com a coisa, com pompa e circunstância, com direito até a champanhe, se os meus amigos bem se lembram.

Sai agora no “Jornal de Negócios” uma notícia encantadora. Por estes dias a EDP começa a distribuir os dividendos pelos seus accionistas, referentes ao ano de 2016. Nesta notícia, encantadora repito, fica a saber-se que em cinco anos os chineses das “Três Gargantas” levam de dividendos cerca 870 Milhões de Euros p’ra casa, o que quer dizer que em década e meia vão “safar” o investimento de 2,7 Mil Milhões € feito em 2011 e a partir daí é apenas “empochar”. Vocês estão a pensar o mesmo que eu, não estão? Esse graveto todo poderia ser nosso. Mas depois, como é que o Mexia ganhava cin-co-mil-e-qui-nhen-tos-eu-ros por dia durante o ano que passou?

Ah, pois é!

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