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Sangria de Margarita

 

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Confesso que a fusão destas duas bebidas, sangria e margarita, nunca me tinha ocorrido antes. Para quem não sabe, a sangria nasceu de uma receita muito básica que mistura vinho tinto com pedaços de frutas da estação e um pouco de açúcar ou mel. Com o tempo foi ganhando fama e surgiram inúmeras formas de prepará-la, mais complexas, com novos sabores e outras bebidas à mistura. 

Por isso, lá decidi arriscar esta receita que vi na internet. Adorei e decidi partilhá-la convosco...

Ingredientes:

1 laranja cortada m rodelas finas

2 chávenas de morangos fatiados

1 lima às rodelas

meia chávena de xarope de agave ou mel

1 garrafa de vinho da casta Sauvignon Blanc 

1 chávena e meia de tequila

meia chávena de sumo de ananás natural

meia chávena de sumo de lima

1 copo de água com gás

folhas de manjericão

 

Preparação

Misturem todos os ingredientes num jarro e deixem repousar no frigorífico durante pelo menos duas horas antes de servir. 

O infante

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Texto de Edmundo Gonçalves 

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Estou de férias por Cabanas, Tavira, desfrutando da melhor praia do Mundo (para mim e mais meia dúzia de entusiastas), onde em Agosto o chapéu mais próximo está a cinquenta metros e o silêncio só é quebrado pelo bater das "ondas" na areia. A água tem estado boa, com 23º de temperatura e as conquilhas ao rodar do pé na areia. Ontem fomos a Espanha, eu e a Mina. Bom, a Ayamonte, não é bem Espanha, apesar do sotaque espanhol daqueles algarvios...

Isto é pertinho, um pouco de N125 e menos ainda de A22, a Via do Infante de Sagres, conforme publicitavam uns cartazes até Dezembro 2011, quando o governo de sua excelência Pedro Passos Coelho decidiu ir mais além que a troika e portajou a pista.

Bom, preços em Espanha à parte (muito mais baratos, desde o combustível ao marisco, até aos charutos e ao Rum vindo directamente de Cuba - e a fruta e os iogurtes e a carne e o peixe), vocês não imaginam o que o meu rico carro se me fartou de chamar nomes! Desde "é pá, leva-me mazé p'a Marrocos que é mais saudável para a minha mecânica" até "se vivesses aqui todo o ano não ganhavas para me manter em suspensão e pneus", foram vinte minutos de terror. É que os meus amigos não imaginam a vergonha que é a N125 de Tavira a Vila Real de Santo António (é o único bocadinho que eu faço) e toda a A22, rivalizando entre ambas na quantidade de buracos. Terei provavelmente, assim por alto, uns milhões de km no "papo" e tenho penado por algumas vias que não lembra ao diabo, mas ter que pagar para circular numa via esburacada como alternativa a outra via igualmente esburacada, é no mínimo maquiavélico.

Então a minha sugestão em forma de pedido ao primeiro ministro, é que, se não consegue ou não quer acabar com as portagens na A22 e voltar a designá-la como Via do Infante, ao menos mande a Infraestruturas de Portugal pavimentar ambas as vias, para que quem ali anda diariamente tenha opção de escolha e então sim, se possa, com alguma água benta pelo meio, admitir as portagens numa infraestrutura totalmente financiada pela União Europeia.

E sabem o que mais me irrita? É que assim que se passa a ponte, pomposamente designada de Internacional do Guadiana, aquilo parece uma alcatifa, um tatami, pronto alcatrão a sério!

 

A propósito do burkini...

 

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Como não podia deixar de ser, o tema gerou controvérsia. Refiro-me ao burkini e ao facto de duas mulheres britânicas terem sido expulsas da piscina de uma unidade hoteleira, no Algarve, por o usarem. Para quem não sabe, o burkini foi concebido para proteger a discrição das mulheres muçulmanas mas que, surpreendentemente, está a ganhar mais terreno do que era inicialmente previsível no universo da moda. Ao ponto da conhecida marca de roupa Marks & Spencer ter apostado até na comercialização de dois modelos de burkini. Em 2011, a chef de cozinha Nigella Lawson foi fotografada, e consequentemente criticada, por ter usado esta peça de roupa que para muitos é símbolo de discriminação e uma afronta à liberdade das mulheres. Certo é que esta moda parece ter vindo para ficar até porque, de acordo com um responsável de marketing da Marks & Spencer, "este tipo de fato-de-banho protege a pele das tão temidas radiações solares, além de ser muito confortável". 

Nestas situações acho que sinceramente cada um sabe de si! Discordo em absoluto que alguém seja obrigado a usar o que quer que seja, por que motivo for. Mas expulsar alguém de uma piscina por usar burkini parece-me altamente discriminatório. Ninguém é obrigado a exibir o corpo em público e as motivações para o seu uso podem ser mais que muitas. Assim como reclamamos o respeito pela nossa cultura e sociedade, não podemos exigir a um muçulmano que deixe de sê-lo, simplesmente porque veio a banhos ao Algarve. 

Alega-se, como forma de justificar a proibição do uso do burkini em determinados países, que o mesmo simboliza um atentado ao direito à Liberdade e Igualdade. Será assim em alguns casos. Não em todos! Não nos esqueçamos que, para muitas mulheres, trata-se apenas de um código de vestuário que adoptam de livre vontade. Se prevalecer a ideia de que a integração dos muçulmanos nas sociedades europeias implica renúncia à sua identidade, não será de estranhar depois a tendência para a radicalização.

 

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Nigella Lawson com um burkini

 

Mas afinal, como surgiu o burkini?

Em 2003, Aheda Zanetti fundou a AHIIDA, uma das maiores marcas de burkinis. A criadora diz que teve ideia de conceber este modelo depois de ver a sobrinha a praticar desporto com o tradicional hijab (véu), que se tornava bastante incómodo. Decidiu aliar o conforto à flexibilidade e assim nasceu o burkini. Hoje, 14 anos depois, esta ideia valeu-lhe reconhecimento a nível mundial com a aprovação e certificação oficial da comunidade islâmica que olham para este fato-de-banho como forma de encorajar as mulheres muçulmanas a praticar desporto.  

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Aheda Zanetti 

Um banho que nos desintoxica da rede wi-fi?

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Parece que não restam dúvidas de que a exposição prolongada à rede wi-fi pode trazer complicações ao organismo. Foi a pensar nisso que a Pursoma, uma marca americana de produtos de beleza e bem-estar, criou um produto, que já circula há algum tempo no mercado e que é, no mínimo, curioso. Chama-se Digital Detox Bath e é para ser usado durante um banho de imersão. Combina sais marinhos com argila e faz com que o corpo transpire, ao mesmo tempo que desintoxica os poros. A marca anuncia que esta solução é infalível para quem se sente cansado, stressado e, principalmente, para quem sofreu uma exposição demasiado prolongada à rede wi-fi. Eu acrescento que este produto é também ideal para quem não se importa de gastar 30 euros em cada banho "milagroso". Pois é amigos...é esse o preço de cada pacote, que serve apenas para uma utilização. Até onde sei ainda não existe uma loja que o comercialize em Portugal, mas sempre temos a possibilidade de encomendá-lo através de alguns sites com os quais a marca tem parceria. Mais detalhes aqui

 

Se estão a pensar em casar...

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Saibam que já no dia 8 de Agosto Leiria vai receber a segunda edição do ‘Our Way’ um evento de casamentos promovido pelas wedding experts Paula Grade e Karina Sousa, fundadoras da White Impact Events & Weddings, dando seguimento ao sucesso do lançamento no Algarve, juntamente com os parceiros oficiais do roadshow - ZankYou, Plataforma internacional de Casamentos e Blood.Com Agência de Comunicação e RP.

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Num formato diferenciador, credibilizando ainda mais esta iniciativa junta-se agora a reconhecida apresentadora de televisão Teresa Guilherme com o seu mais recente projeto “A Casamenteira”. A completar todo um programa dedicado aos noivos, com partilha de experiências e testemunhos reais, desfile de noivas, exposição de marcas e serviços com as mais diversas ofertas para casamentos inesquecíveis, a 2ª Edição Our Way realiza-se no showroom Ready To Marry, em Leiria, com entrada livre e oferta de cocktail de boas-vindas, a partir das 18h30.

Nesta edição especial, com a participação confirmada de 30 fornecedores da região, Paula Grade e Karina Sousa farão as honras da casa, dando a conhecer o seu trabalho de 10 anos no sector dos casamentos, que se tem concentrado no mercado estrangeiro, beneficiando da predominância de clientes ingleses e irlandeses na região do Algarve, local onde nasceram e residem com as suas famílias. A experiência comprovada e o desejo de expandir a sua área de atuação a outros locais de Portugal, além do Algarve e Lisboa, onde também já operam há 2 anos, levaram-nas a aceitar mais um desafio incluindo na rota da sua atuação regiões como Leiria, Évora e Porto.

 

 

Fria?

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Foi chegar, ver, despir a -shirt, deixar os chinelos e mergulhar, que ali não há tempo para hesitações. Bom, passados alguns minutos tive que tirar as mãos de dentro de água e plantá-las ao sol, mas garanto-vos que o meu eczema no dedo médio da mão direita, apenas com uma visita, apresenta melhoras. Ficámos espantados com a quantidade de carros estacionados, para uma segunda-feira, mas aquilo era "gente e povo" que nem vos conto.

A água é excelente e perdoem a "sem-vergonhice", há aquela parte que não tem pé em que se pode nadar à vontade (obrigado mestre Jacob), que é o melhor de tudo. Parafraseando Octávio Machado, "vocês sabem do que é que eu estou a falar"... Apenas um reparo, que confesso é de ignorante: Todas as infra-estruturas estão no concelho de Ourém (que se candidatou a fundos comunitários e fez um excelente trabalho - a nascente brota naquele concelho), por que carga de água Tomar não leva por diante um plano de pormenor para desenvolver a "parte de cá" da nascente? Se existir, façam o favor de o referir na caixa de comentários, mas parece-me que há ali muito potencial, assim as autarquias ( a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal ) estejam interessadas em investir e deixar margem a quem queira arriscar neste nicho de negócio. Calculo que haverá condicionantes em termos de reservas agrícola e ecológica, mas haverá sempre forma de conciliar todos os interesses, o ambiental, o dos investidores e o dos utentes e ainda o dos cofres dos municípios e do fisco, com a dinâmica que ali pode ser criada.

A propósito, os berbigões no Galfurra estavam de se lhe tirar o chapéu!

Campanha de sensibilização nas praias

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Praia de Monte Gordo, Praia de Quarteira, Praia da Rocha, Meia Praia, Praia do Farol, Praia de São João da Caparica, Praia da Rainha, Praia de Buarcos e Praia de Matosinhos são as nove praias que vão receber o roadshow de sensibilização Protecção em Boas Mãos, que conta com o apoio institucional do Instituto Português Oncologia do Porto Francisco Gentil, entre os dias 28 de julho e 6 de agosto, das 10h00 às 18h00.

 ‘Oriflame Sun Zone’ é uma iniciativa de sensibilização para os cuidados a ter com a pele nesta estação do ano, com enfoque na exposição solar, que pretende mostrar gratuitamente aos veraneantes, através de uma câmara ultravioleta e de um monitor, o impacto que os raios UV têm na nossa pele e de como a proteção solar é importante na prevenção do cancro da pele. A câmara ultravioleta (UV), que vai estar disponível no espaço da marca, permite ver num monitor o estado da pele sem proteção solar e após a sua aplicação. Desta forma consegue-se perceber como um protetor solar faz realmente toda a diferença para proteger a pele.

A aplicação de um protetor solar, diariamente, é imperativa para a promoção da saúde da pele, mesmo nos dias nublados, pois as nuvens só bloqueiam uma parcela dos raios solares. Um protetor solar adequado deve garantir proteção eficaz contra as radiações UVA e UVB, ter uma textura agradável e ser fácil de aplicar”, explica Cristina Abreu, Product Specialist da Oriflame Portugal.

 A radiação UVA representa mais de 90% da radiação solar que nos atinge e, apesar de ter menor impacto sobre o aparecimento da queimadura solar, penetra mais profundamente na pele e, por conseguinte, conduz ao envelhecimento cutâneo. A radiação UVB, presente com maior intensidade na altura do Verão, está associada às queimaduras solares; à sensação de calor e ao eritema solar. Se a exposição solar for exagerada e repetida, é induzida a formação de radicais livres e aumenta a probabilidade de se desenvolverem lesões crónicas, sinais de envelhecimento, ou mesmo cancro de pele.

A propósito desta iniciativa de sensibilização à população para a proteção da pele, o Instituto Português Oncologia do Porto Francisco Gentil deixa um alerta: A radiação ultravioleta tem sido associada a 67% dos melanomas malignos e nove em cada 10 novos casos de cancro da pele derivam de uma exposição excessiva ao sol.

 

Sob o mote ‘Proteção em Boas Mãos’, o roadshow ‘Oriflame Sun Zone’ vai percorrer nove praias de sul a norte do país, entre os dias 28 de julho e 6 de agosto, das 10h às 18h, nomeadamente:

 

     28 julho - Praia de Monte Gordo (Vila Real de Santo António)

     29 julho - Praia de Quarteira (Loulé)

     30 julho - Praia da Rocha (Portimão)

     31 julho - Meia Praia (Lagos)

     2 agosto - Praia do Farol (Odemira, Vila Nova de Milfontes)

     3 agosto - Praia de São João da Caparica (Almada)

     4 agosto - Praia da Rainha (Almada)

     5 agosto - Praia de Buarcos (Figueira da Foz)

     6 agosto - Praia de Matosinhos (Porto)

 

No espaço da marca poderá realizado o teste com a câmara ultravioleta, esclarecer dúvidas relativas aos fatores de risco para o cancro da pele e fomentar a adoção de comportamentos saudáveis na época balnear, nomeadamente a indicação do protetor solar mais indicado para cada tipo de pele.

 

PELE BRONZEADA E PROTEGIDA

A gama de protetores solares Sun Zone da Oriflame contém filtros UVA e UVB com a antioxidante Vitamina E, para uma fórmula suave que protege a pele de toda a família durante a exposição solar.

Gama Sun Zone:

Loção de Rosto e Corpo com Proteção Elevada FPS 30 Sun Zone 150 ml.

PVP: 22,00 €

Loção Corporal Proteção Muito Elevada FPS 50 para o Rosto e Corpo Sun Zone 100 ml.

PVP: 27,00 €

Spray Corporal Repelente de Areia com Proteção Muito Elevada FPS 50 Sun Zone 150 ml.

PVP: 26,00 €

 

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Todos podem partilhar fotografias nas redes sociais e saber mais sobre a Campanha de sensibilização ‘Proteção em Boas Mãos’ nas praias portuguesas, através dos hashtags #OriflameSunZone, #proteçãoemboasmãos e #takecarehavefun.

Espectáculo Solidário no Campo Pequeno

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Nota: Divulgação de Press Release

O mundo é cada vez mais global e inclusivo. Portugal também. Acolhemos, de braços genuinamente abertos, várias comunidades que, em troca, nos enriquecem com a sua diversidade. Vivemos juntos num mesmo território. Partilhamos uma nação habitada por quem entende a diferença e a aplaude. 
Quando acontece algo tão trágico como os incêndios que afetaram tantas famílias em Pedrógão Grande, estamos, mais uma vez, juntos. As ações de solidariedade e ajuda às vítimas têm, felizmente, sido muitas e fundamentais. 

Comunidade Hindu de Portugal, presente no nosso país desde 1975 (devido à descolonização de Moçambique) leva a cabo iniciativas de âmbito religioso, cultural, social e educativo que contam com a participação dos seus cerca de 9000 membros e que, além de celebrarem as tradições da cultura hindu, fazem também uma ponte com a cultura portuguesa. 

É nesse âmbito de partilha de culturas, tradições e, sim, preocupações que a Comunidade Hindu  de Portugal, juntamente com a Câmara Municipal de Lisboa, organiza um espetáculo solidário no próximo dia 28 de Julho, às 21 horas com o objetivo de angariar fundos que ajudem as vítimas dos incêndios de Pedrógrão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. O donativo de entrada custa 10 euros e, além de ser um contributo precioso para quem tanto precisa, é a oportunidade de ver um espetáculo que aproxima a cultura portuguesa da hindu: atuações culturais indianas, o rancho folclórico Casa do Minho, o coral orquestral Omkara e Paco Bandeira. Um alinhamento que reflete a proximidade entre duas culturas historicamente irmãs e que prova a total integração da comunidade hindu no nosso país. Porque, assim com as tragédias não escolhem credo nem geografia, a solidariedade não pode, nunca, limitar-se por nenhum tipo de fronteiras. 

Bilhetes à venda na Secretaria da Comunidade Hindu de Portugal. Para mais informações: 
Telefone: 217 576 524
Site: www.comunidadehindu.org  

Espiralizei uma courgette!

 

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A moda de espiralizar os vegetais é bem antiga na Ásia mas no Ocidente não se instalou há tanto tempo assim. A bem dizer, a "culpa" de andarmos a comer courgettes ou cenouras disfarçadas de esparguete só veio mesmo para ficar com a moda da alimentação saudável. E eu que nem sou propriamente dedicada à questão de contar calorias, tenho a dizer-vos que entre 100 gr de esparguete e 100 gr de courgette existe uma diferença (pasmem!) de cerca de 300 calorias. Sendo assim, resolvi comprar um espiralizador eléctrico e atirei-me de cabeça nesta aventura. E já estou viciada. Ontem fiz uma receita super simples de esparguete de courgette com camarão e cogumelos. Além de sair bastante em conta, é muito rápida de confeccionar e, claro, muito mais saudável do que encher o estômago de massa. O sabor, pelo menos na minha opinião, não fica muito atrás. Ora experimentem:

 

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Ingredientes (para 2 pessoas)

200 gr de camarão 

cogumelos frescos

1 courgette

2 dentes de alho

pimenta (preferencialmente moída na hora)

picante

azeite

coentros

 

Preparação

 

Cozer o camarão com casca, por 4 a 5 minutos, depois de levantar fervura. Reservar a água. Descascar a courgette e espiralizá-la. Numa frigideira aquecer o azeite com os 2 dentes de alho esmagados. Aloure os cogumelos fatiados por três minutos e junte o camarão descascado. Tempere com sal e picante se for a seu gosto. Deixe apurar um minuto e adicione a courgette já em forma de esparguete. Deixe cozinhar apenas por 2 a 3 minutos de forma a que a courgette não amoleça demasiado. Um pouco antes de retirar do lume, regue com duas colheres de sopa da água do camarão. Sirva salpicado com coentros e tempere com pimenta moída na altura. 

 

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E agora, acabam-se as sardinhadas?

 

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Texto de Edmundo Gonçalves

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O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES, na sigla em inglês), organismo científico que aconselha a Comissão Europeia sobre as quotas de captura de peixe, recomenda   a suspensão total da pesca da sardinha em PortugalAté agora este organismo vinha recomendando uma redução na quantidade a pescar anualmente, mas desta vez o corte será radical, até que o stock regresse a níveis aceitáveis. Prevê-se que durante 15 anos, no melhor dos cenários.

Esta medida, a ser implementada, vai colocar em causa um sem número de pessoas e empresas que vivem deste tipo de pescado, desde logo os pescadores e as suas famílias, mas também os armadores e as empresas de conservas e outras a montante e a jusante. A ser implementada esta medida e a ser real o diagnóstico, no entanto já refutado pela associação do sector e pelo secretário de estado José Apolinário, a confraternização à volta do grelhador e o pingo no pão com os pimentos e a salada de tomate, terá os dias contados pelo menos nos próximos três lustros. Portanto, meus caros, hoje que é Sábado e o tempo está de feição, apesar de se prever que com estas notícias os do costume aproveitem para especular no preço do peixe, vão lá à praça ou ao supermercado, peguem fogo ao carvão, cortem o pão em fatias, preparem o vinho, escolham a sombra e toca de se “amandarem” a uma bela duma sardinhada.

Enquanto há.