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Se a inês sabe disto

"We are the World" foi gravado há 33 anos

 

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Michael Jackson foi o primeiro a chegar ao estúdio, por volta das 21h do dia 28 de Janeiro de 1985, há precisamente 33 anos. Era ali que, naquele dia, mais 40 estrelas da pop americana como Ray Charles, Bruce Sringsteen, Cindy Lauper e Bob Dylan, além dos autores do tema, Michael Jackson e Lionel Ritchie, iriam juntar-se em prol de uma boa causa #USA for Africa" através da gravação do tema "We are the World", produzido por Quincy Jones. A música serviria de alerta mundial para dar resposta a crises humanitárias que se sucediam em África, particularmente a fome que assolou a Etiópia entre 1983 e 1985 e que matou mais de um milhão de pessoas. O single, cujo lado B era o tema "Grace", foi lançado em Março do mesmo ano e ficou estipulado, de comum acordo entre todos os artistas que nele participaram.que a receita da venda do disco e dos concertos reverteria na íntegra para esta causa. Em muito pouco tempo mesmo registou vendas superiores a 20 milhões de cópias e passou a liderar as tabelas musicais em vários países, incluindo os Estados Unidos e o Reino Unido. Arrecaram mais de 75 milhões de dólares!

Curiosidades

À entrada do estúdio, no dia das gravações, estava afixado um cartaz com um pedido muito especial aos artistas: "Por favor deixem os vossos egos à porta". Conta-se também que Ray Charles e Lionel Ritchie, ambos invisuais, avisaram que conduziriam os automóveis dos músicos para casa no final do dia caso a gravação não fosse concluída num único take. Embora fosse por uma boa causa, a agenda dos cantores estava naturalmente muito preenchida e era peremptório que as gravações não se estendessem além daquele dia. Prince, que também fazia parte do elenco "contratado", acabou por não aparacer.O motivo nunca chegou a ser bem esclarecido. Bruce Springsteen deu nas vistas por chegar sozinho e ao volante da sua própria carrinha de caixa aberta, que estacionou mesmo à entrada do estúdio. Isto porque tinha dado um concerto de 4 horas longe dali e não quis esperar pela limousine que traria os músicos de regresso a casa. Cindy Lauper era a única cantora com autorização para improvisar a parte da letra que lhe foi destinada. 

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 Aqui fica o tema para recordar...

 

 

 

Porque pagamos uma fortuna para ver os U2?

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Bem...para início de conversa e como dizia o outro ”só lá vai quem quer” e, neste caso, quem tem capacidade económica para isso. O preço dos bilhetes para o concerto dos U2, à semelhança de uma boa parte dos concertos que por cá se realizam, são exorbitantes. Ponto! E se tivermos em conta o rendimento médio dos portugueses passam de exorbitantes a escandalosos. Mas a verdade verdadinha é que 85% já foram pré-vendidos no site da banda e em alguns minutos, na passada sexta-feira, foram vendidos os restantes 2923 bilhetes, em exclusivo nas lojas Meo. Eu que sou muito, mas muito fã dos U2, digo-vos que jamais teria coragem para enfrentar esta disputa por um bilhete. Tanto pelo preço, como pela falta de paciência para tudo o que me faça lembrar ajuntamentos à moda da “Black Friday”. Mas tenho pena! Tanta que, sem ironia, estarei até meio deprimida no dia 16 de Setembro por não estar aos saltos no Altice Arena. 

Mas vamos ao objectivo principal deste post. Afinal, por que motivo o preço dos bilhetes tem vindo a inflaccionar desta maneira escandalosa nos últimos anos? É inegável que o acesso ao download gratuito das músicas na internet não ajuda nada. Que me perdoem os músicos, que têm toda a legitimidade do Mundo e arredores para protestar contra esta questão, a verdade é que se eu posso ter o álbum inteirinho de uma banda a custo zero através do Spotify, por exemplo, por que raio havia eu de gastar dinheiro num cd que nem é tão barato assim? Num relatório que li um dia destes num jornal britânico, um expert na matéria explicava que existem muitas vezes estas discrepâncias abismais no preço dos bilhetes porque, passo a citar "existem bandas que preferem ganhar menos mas permitir que todos os fãs tenham acesso ao concerto, existem aquelas que querem associar o concerto a uma causa e pedem valores aceitáveis mas depois existem outras que estão simplesmente a borrifar-se para o assunto e pedem o que entendem". Outra questão que se levanta é a concorrência entre produtoras. Existe um cachet base exigido pela banda. Mas se entrarem na corrida várias produtoras, naturalmente cada uma delas tenta aliciá-los com valores mais elevados para conseguir o contrato. Não mencionando as exigências que cada grupo faz a posteriori no que se refere às regalias de camarins. Tudo isso conta e assim vamos encarecendo a coisa.

Convém esclarecer que existem obviamente outros gastos (taxas e etc), que têm de ser pagos mas, por norma e de acordo com o tal relatório que li, os artistas são sempre informados de qual será o preço final dos bilhetes e têm direito a opinar, contestar e é nessa altura que decidem se baixam ou não o cachet para tornar mais acessível o preço do bilhete. A ter em conta também é que enquanto bandas como os The Cure sobem na maioria das vezes ao palco com meia dúzia de reflectores e pouco mais, outras há que se deixaram influenciar pela "moda" dos espectáculos de luzes, cores, confetis, fogo de artifício, ecrãs gigantes, etc, etc e, como imaginam, isso não é de borla. E não sendo de borla, garante uma subida relevante no preço do bilhete, consoante a megalomania do artista. Como disse um dia a Lady Gaga..."se a Beyoncé teve um palco giratório eu hei-de ter dois ou três". 

Finalmente, não podia deixar de mencionar as pessoas ou empresas ilegais que compram milhares de bilhetes para vendê-los posteriormente ao dobro do preço, quando os fãs já chegaram à fase desesperada. Em 2015 e 2016, a cantora Adele juntou-se à Songkick, que desenvolveu uma tecnologia para identificar e bloquear 53 mil potenciais vendedores ilegais de bilhetes. Boa Adele! Se quiserem saber, por curiosidade,o preço dos bilhetes, dêem uma espreitadela aqui

E era só isto! Um dia feliz a todos.

 

 

 

Água, crua realidade

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Não fora estes fait-divers, quase sempre oriundos da América (como faz questão de dizer Donald Trump) e provavelmente o tema de hoje seria tão fastidioso como informar-vos, aos que andam distraídos, que de toda a riqueza produzida no ano passado, 80% ficou retida nas mãos de apenas 1% da população, o que quer dizer que o fosso entre os muito ricos e os muito pobres aumenta assustadoramente; Mas o que é isso comparado com um negócio das arábias aparecido recentemente, precisamente na América de Trump e que é a comercialização e consumo de água crua.

Mas o que é água crua, perguntarão e com toda a razão. Não se macem, eu fui procurar por vós, não quero que vos falte nada (apesar de provavelmente não vos ter calhado nem um cêntimo daquela riqueza de que falei ali atrás) e descobri que a ideia peregrina surgiu em Silicon Valley e que se trata de água doce não tratada, recolhida em rios, riachos, fontes e até da chuva e que anda gente a enriquecer com o negócio, já que essa água está a ser comercializada a cerca de 15 Euros o litro e já esgotou na costa oeste da "América". Provavelmente comercializada por um dos 2.043 multimilionários que existem actualmente e cuja riqueza aumentou 13% ao ano desde 2010, seis vezes mais que os aumentos conseguidos pelos trabalhadores, em média 2% ao ano (a mim não me tocou nada). Ora os vendedores dessa água pretendem que ela "hidrata a pele", "reduz as rugas" e "aumenta a flexibilidade e a força das articulações", sendo propagandeada como sendo "pura". Pura, até à primeira caganeira, digo eu. É esta malta que se está marimbando para as pessoas, que no ano passado viu a sua riqueza aumentada em 623 mil milhões de Euros, massa suficiente para acabar cerca de sete vezes com a pobreza extrema no Mundo.

Voltando à vaca fria, ou como quem diz à água pura. Contra a propaganda de que não contém químicos, é rica em minerais e não tem o problema de correr por canos de chumbo e de não conter flúor, será avisado pensar que pode conter pesticidas, bactérias e coliformes fecais, que é como quem diz, merda. Mesmo!

Se o tratamento da água doce para consumo foi um pulo civilizacional sem precedentes, erradicando algumas causas de morte em toda a população, mas principalmente entre as crianças, esta moda da água crua, pode vir a ter consequências trágicas para quem a consome, mas com isso os tais 2.043 não se incomodam muito. Já agora, eles sabem, mas provavelmente os leitores não, mais de metade da população mundial não vai poder consumir nem um litro dessa tal de água crua (alguns nem essa nem outra, infelizmente), já que tem um rendimento diário entre 1,5 e 8 Euros. Claro, não estão aqui contabilizados aqueles que nem a um Euro e meio chegam, que serão mais uma grande parte da população mundial, que não tem acesso nem a água crua e a potável muito menos...

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a água potável contaminada provoca ainda 502 mil mortes por ano, e é, supostamente, um produto que passou por todos os processos de esterilização e filtragem. Não foram ainda contabilizadas as mortes provocadas pelo aumento de riqueza daqueles 2.043 mas aposto, dobrado contra singelo, que ultrapassaram em muito os números da OMS!

A estrada e os acidentes

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Ouvi, enquanto vinha a conduzir, portanto numa telefonia que equipa o carro, uma notícia que me deixou aparvalhado.

Dizia o senhor Secretário de Estado da Protecção Civil, que uma das muitas medidas que estão a pensar implementar para reduzir a sinistralidade nas estradas, é a inibição do sinal de telemóvel no interior das viaturas.

Eu cagava-me já aqui todo a rir, se o ridículo desta afirmação não tivesse sido dito como se de uma coisa séria se tratasse. 

Repito o que escrevi no primeiro parágrafo: Ouvi a notícia numa telefonia que equipa de série o carro. Ora diz o senhor que "as soluções mãos livrers podem limitar o uso da mão, mas não resolvem o problema da distração". Este gajo não sabe os pulos que eu dou quando vou no carro a ouvir um relato do Sporting e a coisa não está a correr bem. Isso comparado com uma chamada telefónica feita com o mesmo sistema que usa a telefonia para me dar música ou informação, é coisa de meninos e motivo para parar na berma mais próxima.

Quer o governo baixar os sinistros nas estradas e as mortes daí resultantes. Não faz mais que a sua obrigação, mas antes de aventar medidas parvas e completamente falhas de sentido, que tal começar por nos dizer a nós, condutores e peões:

- Quais os pontos críticos nas vias e como pensa resolver as incorformidades, eliminando o risco;

- Que pensa fazer em relação ao piso de grande parte das EN, eles próprios factor intrínseco para a ocorrência de sinistros;

- Que pensa fazer em relação à inexistência ou deficiente ou em condição degradada, da sinalização horizontal e vertical;

- Onde ocorrem a maior parte dos acidentes mortais e em que circunstâncias, se em meio urbano, se em estrada ou auto-estrada;

- Quantos dos sinistros foram causados por excesso de velocidade por tipo de via (urbano, EN e AE).

Resolvendo estes assuntos e ao procurar dados para informar condutores e peões, ficará o Estado em condições de procurar minimizar o flagelo das mortes nas estradas.

Sabe-se, por exemplo, que 54% das mortes ocorreram dentro das localidades. Se assim é, há que tomar medidas e então se o problema é a distracção, acabam-se com as telefonias dentro das localidades, perdão com os telemóveis com sistema mãos-livres, perdão com os carros, perdão com os peões, perdão com o trânsito...

Vamos deixar de ser ridículos, senhor Secretário de Estado. Drones e helicópteros para controlo de velocidade nas auto-estradas? A sério? E se houver um acidente grave na auto-estrada, quanto tempo demorará um helicóptero a sério, daqueles que levam acidentados, a chegar ao local do acidente? E o drone, não causará distracção ao condutor e até aos restantes ocupantes da viatura, condicionando a condução?

Reduzir a velocidade dentro das localidades é imperioso, devia ter sido uma medida tomada há muito, mas com sentido e sabendo-se o que se está a fazer. Uma via não "pede" 30 Km/h em toda a sua extenção, assim como as passagens de peões devem ser bem sinalizadas e a sinalização semafórica deve ser implementada e programada para evitar que se ultrapasse a velocidade permitida.

As estradas municipais são um cancro, na maior parte dos municípios. Que tal obrigar as câmaras a investir na segurança rodoviária e a repavimentar as suas vias?

As estradas nacionais não apresentam um estado de saúde muito melhor que as municipais. Que tal em vez de se começar já por colocar radares, logo a facturar contra-ordenações leves e graves e muito graves, se procurar tratar da vergonha que são a maior parte dos pisos das EN?

Que tal tratar de obrigar os concessionários das auto-estradas a fazer a sua manutenção preventiva, no sentido de evitar pontos negros e pisos que nalgumas delas e nalguns troços, mais parecem picadas e aumentar o limite de velocidade, em locais que o permitam, em mais 10 ou 20 km/h?

Que tal não dar o espectáculo abjecto de ver passar nas AE uns carros com luzes azuis pequeninas a piscar, excedendo largamente o limite de velocidade, só porque lá dentro vai um membro do governo?

Que tal orientar a política de segurança nas estradas para a prevenção e não para a repressão?

Olha e já agora, porquê permitir que os carros andem mais que a velocidade permitida por Lei?

Mas já percebemos, o problema é do telemóvel e das mãos-livres. Olhe, senhor Secretário de Estado, não se esqueça do GPS... Para não se desorientar, claro!

Isto já não é de hoje!

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Sou fascinada pelo mundo da publicidade e, de vez em quando, lá vou eu à procura de anúncios antigos. Acho delicioso assistir à frontalidade e simplicidade com que as empresas tentavam vender os seus produtos. Uns mais arrojados que outros são, na sua maioria, um reflexo da história, cultura e evolução da sociedade. Hoje decidi recuperar um post antigo para revermos alumas pérolas da Publicidade de outros tempos.

Em resumo, saibam que em 1927, Manuel Maria da Hora fundou a primeira agência de publicidade portuguesa. Chamava-se Hora e estava sediada na Rua da Prata, em Lisboa. Começou por angariar clientes como a Nestlé, General Motors e a Gillete. Fernando Pessoa foi um dos colaboradores contratados para a criação de slogans. Um deles ficou para a História: "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Foi esta a frase criada pelo autor, em 1929, para uma campanha da Coca-Cola. O slogan acabou por ser proibido pelo regime, assim como a bebida, devido à má conotação da cocaína. Recuperei hoje alguns dos anúncios, na minha opinião mais bem-humorados, que marcaram o início do século XX em Portugal.

 

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O anúncio é de 1905 e assegurava que esta lixívia seria a "sorte grande das lavadeiras". O preço de cada embalagem era 140 reis o que, pelas minhas contas, representa cerca de 7 cêntimos na nossa moeda actual. Foi anunciada como o método para substituir a barrela (mistura de água e sabão usada para clarear a roupa) e a cora (processo de secagem da roupa que era estendida ainda com sabão, para evitar as manchas amarelas). 

 

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Esta imagem é de 1919, quando estreou a primeira versão cinematográfica do filme "A Rosa do Adro", uma adaptação do romance homónimo de Manuel Maria Rodrigues. A Invicta Film Lda era uma produtora de cinema portuguesa, sediada no Porto, que se destacou nos anos 20 tendo encerrado actividade em 1928 por falta de receita.  

 

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 A empresa Ach Brito ainda existe, está sediada no Porto, e a sua história na produção de sabonetes e artigos de perfumaria remonta a 1887. A Superba era uma pasta dentífrica e o anúncio é de 1930. O preço de cada embalagem era mais ou menos 4 cêntimos (valor em euros). Nada exorbitante se tivermos em conta que a embalagem era "gigante" e durava "quasi" meio ano. Simplesmente delicioso :)

 

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O anúncio dos calmantes Adalina, da Bayer, foi publicado em 1930, e é um dos meus favoritos. Bem que podiam recuperá-lo. Anda muito boa gente a precisar de ouvir esta recomendação :).

 

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"Admirável pela sua simplicidade bem patente nas gravuras que damos do motor. Dispensa chauffeurs mecanicos, todos os orgãos principaes do motor são de um acesso facílimo para regular e desmontar". Deduzo que "chauffer mecânico" seria o termo utilizado para designar um mecânico. 

 

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A Camisaria Moderna ainda existe e está, desde 1925, na Baixa de Lisboa. "Botões bem pregados", "camisas que não encolhem" e "colarinhos que não enrugam" eram os slogans nos quais a marca mais apostava para vender o seu produto. 

 

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Digamos que era uma cerveja democrática, que podia ser bebida por todos: "velhos, novos, ricos e pobres". Em 1890, todas as fábricas de cerveja do Porto foram integradas numa única empresa, a Companhia União Fabril Portuense, que se manteve em actividade até 1977, tendo constituído posteriormente a Unicer. 

 

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A Sociedade Corretora Limitada foi fundada em Ponta Delgada, nos Açores, no dia 22 de agosto de 1913, por Cristiano Frazão Pacheco. Ainda hoje a empresa mantém actividade. Inicialmente dedicava-se à exportação de ananás, mas após a Segunda Guerra Mundial  e a consequente dificuldade na exportação, o negócio voltou-se mais para as conservas. A conserveira exporta actualmente para vários países como Canadá, Estados Unidos e Itália. 

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 Limito-me a transcrever o slogan:"A experiência recomenda : Só são Fogareiros Vacuum aqueles que têm gravada a marca Vacuum". Posto isto, nada mais há a dizer :)

 

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 Aqui só tenho uma questão ...era normal os homens que usavam Gillette andarem inclinados? 

 

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 Destaque para o título :"Actualmente é mais fácil obter um busto perfeito, que é o orgulho de toda a mulher, do que pintar os lábios". Dizia o anúncio que os tratamentos Ideal-Buste eram "fruto dos trabalhos dos mais eminentes especialistas que devolveram a felicidade às mulheres de doze países de três continentes. Duvida? Não quer V. Exa gastar dinheiro sem estar segura dos resultados?". 

 

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 Sem palavras! :))

 

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A Savora ainda hoje é uma das marcas de mostarda mais vendidas e apreciadas. O slogan "Experimentai-a e adoptai-a" parece que funcionou!

 

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Este anúncio foi criado para promover o telefone automático. Demorava "vinte e quatro horas a instalar em casa de V.Exa". Bastava, para isso, "telefonar à Companhia ou mandar um postal. Um empregado procurar-vos-á para dar todas as explicações e fornecer os meios de V.Exa d'ali a poucas horas ter o telefone em casa. Nada a pagar antecipadamente". 

 

 

 

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Este protector solar dava pelo nome de Tha-Sol e era da marca Thaber. Destaque para o chapéu e para o fato-de-banho da senhora. Não me parece que estivessem originalmente na foto :). 

 

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 Mais uma campanha a prometer felicidade em troca de uma aposta na lotaria. 

 

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Uma campanha impensável nos dias de hoje...a associação de uma criança a uma bebida alcoólica.