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Se a inês sabe disto

Fãs de Metallica, corram agora para o Dolce Vita Tejo

 

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A colecção exclusiva de 72 peças Vans x Metallica vai ser colocada em pré-venda hojer,dia 16 de Fevereiro, das 9h00 às 10h00, antes da abertura ao público das loja Vans, do Vasco da Gama. Os maiores fãs de Vans e de Metallica que conseguirem provar que estiveram no concerto da banda do passado dia 1 de Fevereiro, no Altice Arena, vão ser os primeiros a entrar na loja e a poder comprar as peças da colecção.

Em Portugal, a colecção é limitada à loja do Vasco da Gama e inclui calçado, vestuário e acessórios. Todas as peças são modelos originais da Vans e têm o novo logo da banda impresso para um design heavy metal. Os modelos clássicos SK8-Hi e Slip--On vêm numa versão ainda mais irreverente: os Sk8-Hi Reissue são em pele e têm o mesmo design Sidestripe, assim como o logo Metallica gravado no comprimento da sola e nas áreas laterais; a versão Slip-On tem o logo Metallica ao longo da parte superior dos dois pés, e também tem o mesmo acabamento na sola do modelo Sk8-Hi. A coleção tem, ainda, uma t-shirt preta, um boné com um logo único criado a partir do logo Metallica e do logo da Vans, gravado a branco.  

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Esta colaboração vem reforçar o posicionamento disruptivo da Vans, que continua a apostar em colaborações inéditas e a promover uma cultura juvenil alargada e disruptiva. Não fiquem de fora, agarram no vossos bilhete e garantam o acesso à pré-venda!

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Sobre a Vans A Vans®, uma marca VF Corporation (NYSE: VFC), é a marca original de calçado, vestuário e acessórios desportivos. As coleções autênticas Vans são vendidas em 84 países a nível mundial, através de uma rede de filiais, distribuidores e escritórios internacionais. A Vans também detém e opera mais de 600 revendedores locais em todo o mundo. A marca Vans promove um estilo de vida desportivo, uma cultura jovem e uma autoexpressão criativa através do apoio a atletas, músicos, artistas, eventos e plataformas progressivos como o Vans Park Series, Vans Triple Crown of Surfing®, Vans U.S. Open of Surfing, Vans Pool Party, Vans Custom Culture, Vans Warped Tour® e o centro cultural e internacional de música da Vans, a House of Vans.

 

Sobre os METALLICA A banda foi formada em 1981, pelo baterista Lars Ulrich e pelo guitarrista e vocalista James Hetfield. Tornou-se numa das bandas de rock mais influentes e bem sucedidas de toda a história, tendo vendido 110 milhões de álbuns em todo o mundo, enquanto atuavam para os seus milhares de fãs espalhados pelos sete continentes. Conquistaram vários álbuns de multiplatina, incluindo o seu álbum de 1991, The Black Album, atingindo vendas de quase 17 milhões de cópias nos Estados Unidos, tornando-se no álbum mais vendido da história do Soundscan. A banda conquistou também inúmeros prémios e elogios, incluindo nove Grammys Awards, dois Americam Music Awards e vários MTV Video Music Awards, tendo marcado presença no Rock and Rock Hall of Fame and Museum, em 2009. Em dezembro de 2013, os Metallica fizeram história ao realizar um concerto inédito na Antártida, sendo a primeira banda a atuar em todos os sete continentes, no período de um ano e ganhando, assim, um lugar no Guiness Book of World Records. O seu último álbum, Hardwired...To Self Destruct, foi lançado a 18 de novembro de 2016, pela produtora Blackened Recordings, e estreou-se no primeiro lugar, vendendo mais de 800.000 cópias, em todo o mundo, logo na primeira semana de lançamento. Recentemente, a banda terminou a sua tour mundial na América do Norte, dando agora continuidade à mesma pela Europa, em fevereiro.

Caminhar por trilhos sinuosos

Hoje vou entrar por um caminho onde muito provavelmente me irei espalhar ao comprido, o que soe dizer-se esbardalhar-me todo, mas olha, mesmo sem rede, cá vai o meu modesto contributo para a felicidade de algumas leitoras ( e eventualmente dos seus companheiros ).

Qual é o homem que não aprecia uma mulher vestindo alguma peça de cabedal ou PVC ( vinyl vulgarmente, ou pele sintética)? Eu próprio adquiri, ao longo dos anos, algumas peças para a minha mulher e confesso, ela sabe, que me dá prazer e liberta algumas substâncias químicas que... fiquemo-nos por aqui!

Li e vi por aí nas revistas de moda que me vão ocasionalmente passando pela mão, que a cor desta estação (Primavera/Verão) é o roxo (bom, espero não ter lido nada que já tivesse passado à história...), portanto meninas e senhoras, toca a abusar! Se a cor proposta puder ser em vestuário de couro/latex/PVC tanto melhor, junta-se o útil ao agradável. Ainda que o latex seja muito pouco em conta para a maioria das carteiras, ter uma peça para ocasiões especiais será sempre uma mais-valia...

-Ah, mas isso é roupa que não pode ser usado no dia-a-dia, é demasiado exposto para levar para o trabalho, dirão algumas de vocês.

Posso até concordar, com alguns modelitos mais atrevidos, mas que diabo, um casaco comprido, uma saia pelo joelho, um vestido com um corte semelhante aos trezentos e vinte e sete que tem no roupeiro, não fará com que nenhum colega tropece no tapete e bata com os queixos na pontinha da sua secretária (o que até lhe dará algum gozo, confesse...).

No intenso trabalho de pesquisa que fiz para este post (mais ou menos dez minutos nalguns sites de moda e chinocas de venda on-line), encontrei até algumas peças que podem ser usadas no dia-a-dia (há-as em roxo, mas infelizmente não consegui imagens), sem que alguém (na vossa imaginação apenas, podem crer) vos chame seja o que for. E também, convenhamos, quem não gosta que lhe apreciem a silhueta?

Vejam lá esta calça (em PVC), se não é uma peça que poderá ser usada sem qualquer constrangimento:

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Como nem todas as caras leitoras apreciam ou usam calças, nada como esta saia, para um confortável dia de trabalho, lazer, ou compras, o que muito bem lhes apetecer, que cada um sabe da sua vida e nós nada temos a ver com isso.

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E se por acaso ainda vierem algumas chuvadas, sim, porque isto está mudado já não é como antigamente que até se dizia que em Abril, águas mil e que Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso, mas pode sempre dar para o ano se portar bem, terá sempre necessidade de algo que a resguarde da chuva e do vento, como estas proposta de casacos em couro e PVC:

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Claro que lá mais para Junho, com os dias a crescer e provavelmente sem alteração da hora legal, as tardes convidam a uma saída informal, a uma imperial ou um gin numa esplanada à beira-rio ou à beira-mar, prelúdio para um jantar com uma companhia agradável. Eu cá sou suspeito, mas talvez aqui possam ousar um pouco e apostar num vestido que vos realce os pontos fortes e que em simultâneo vos deixe confortáveis e ao mesmo tempo suscitem uma maior atenção à vossa companhia. Este modelo poderá ser a chave para uma noite prometedora, quem sabe...

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E agora que já me meti por caminhos que claramente não são a minha praia, recomendo-vos, para não ficarem agastadas com a falta de qualidade das propostas, que visitem a página facebook do Novo Trapo, que tem ali um link do lado direito e que tem lá propostas muito mais interessantes e escolhidas com todo o profissionalismo para vos fazerem sentir-se umas princesas.

E já agora, desculpem qualquer coisinha, está bem?

 

 

Sushi garante sucesso no primeiro encontro!

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Quem me conhece sabe que desatino com celebrações impingidas. Mas hoje decidi alinhar no espírito da coisa! É o Dia dos Namorados e há que espalhar aos sete ventos o resultado de uma pesquisa realizada aqui há tempos pelo site americano de encontros Match.com (em Portugal conhecido por Meetic). Dizem eles que a probabilidade de ter sucesso num primeiro encontro amoroso aumenta consideravelmente se optarmos por pedir sushi ao jantar. Pois é meus amigos! Parece que se arriscarmos fazer boa figura de pauzinhos na mão, a chance de voltar a ver a outra pessoa aumenta em 170%. Isto porque de acordo com a antropóloga Helen Fischer e o biólogo biólogo Justin R. Garcia, que lideraram este estudo, o sushi convida a uma refeição mais demorada, logo, ao diálogo entre as pessoas. Mas não é tudo! Por ser um tipo de comida que promove a constante descoberta de sabores e texturas, a degustação de sushi estimula também a produção de dopamina no cérebro. E o que faz a dopamina? Actua no controle do movimento corporal, estado de alerta, memória e sensação de prazer. Também por ser feito com peixes ricos em Omega-3, um bom aliado da circulação, o sushi ainda utiliza um ingrediente-chave, a alga, que contém iodo, responsável pelo aumento do nível de testosterona. Finalmente, o wasabi promove o aumento da frequência cardíaca. Tudo, segundo esta pesquisa, factores ligados à excitação. 

Fica a dica...

A horas

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O Parlamento Europeu aprovou uma moção que tem em vista o fim da mudança da hora legal.

Até que enfim!

A proposta foi do governo finlandês, que deu providência a uma petição pública nesse sentido. Eu não percebo muito bem porque é que os finlandeses estão agastados com a mudança da hora, porque no Inverno o dia é noite e no Verão a noite é dia, portanto mais hora menos hora será tudo o mesmo, mas eles lá saberão...

O que é certo é que há estudos (há estudos p'ra tudo, como vocências bem sabem) que indicam que mais uma hora de sol ao final do dia concorre para uma diminuição dos acidentes de viação, para poupar energia e para diminuir discrepâncias no sono, que podem ser bastante prejudiciais e serem causa da diminuição da produtividade no trabalho.

Eu cá por mim estou de acordo. Lembro-me perfeitamente de um ano a hora não ter mudado e no Verão eram onze da "noite" e estava o sol a pôr-se.

Vejam bem, a malta sai às seis horas do trabalho, para quem está perto da praia num instante está de calçanito ou bikini, conforme seja o caso, ou com nada para quem aprecia, e pode estar "um dia" na praia! 

Se não fosse obrigatório, até quase dava para prescindir das férias (quer dizer isso nem pensar, mas é só para compor o texto).

E o que se poupava? Nada de alugar um apartamentozeco, de gastar combustível, só vantagens!

E finalmente eu, que me deito tarde p'ra burro, conseguiria começar a deitar-me com as galinhas. Salvo seja, que a minha amada mulher, de galinha só tem a parte de mãe (e ainda mais de avó!).

Ora o Parlamento Europeu votou a proposta com 384 votos a favor e 153 contra (ainda há gajos que se estão marimbando para os acidentes de automóvel, para perturbações no sono e para a baixa produtividade, os sacanas) e agora vai estudar os efeitos desta mudança. Caso cheguem à conclusão que isto será benéfico para alguém que não o comum dos europeus, a coisa será certamente aprovada.

Já agora, apenas a título de informação e se querem mudar-se para lá se isto não for avante, a Rússia, a Islândia e a Turquia (que como sabem os atentos, não fazem parte da UE) decidiram acabar com os horários de Verão e Inverno. E fizeram muito bem, direi eu!

Serões Musicais estão de regresso ao Palácio Nacional da Pena

 

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Os Serões Musicais regressam ao Palácio Nacional da Pena, de 2 a 30 de março. Os cinco programas propostos traduzem-se em oito concertos, ao longo de cinco fins-de-semana. O Salão Nobre do Palácio será o cenário para revisitar as vivências musicais oitocentistas, trazendo à memória os serões promovidos por D. Fernando II, o “rei-artista”, e sua segunda mulher, a Condessa d’Edla. Esta 4.ª edição abre com o Trio Pangea, ensemble que junta um pianista e violinista franceses (pai e filho) ao violoncelo de Teresa Valente Pereira. Seguem-se três programas que têm por denominador comum o canto e a presença do pianista João Paulo Santos. Em cada um deles, somos levados a paragens diferentes: Brasil, França e Espanha. A concepção de duas destas propostas é partilhada entre João Paulo Santos e a musicóloga Luísa Cymbron. Para terminar, a meio-soprano escocesa Karen Cargill, presença regular nos mais importantes teatros de ópera mundiais, apresenta-se nesta ocasião em Portugal com um recital em que, acompanhada do pianista Simon Lepper, aborda a ‘mélodie’ francesa e as ‘Canções de Wesendonck’, de Richard Wagner.

 

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O primeiro serão musical (2 e 3 de março) assume-se como uma homenagem a José Vianna da Motta (1868-1948), grande pianista e compositor que na sua meninice subia ao Palácio para tocar para D. Fernando II. Foi graças a uma bolsa real que Vianna da Motta pôde ir para a Alemanha estudar, nomeadamente com Liszt, e iniciar uma brilhante carreira internacional de pianista. No seu programa, o Trio Pangea inclui o Trio em Si menor do compositor português e duas obras de Robert Schumann (1810-1856), compositor alemão que muito influenciou Vianna da Motta.

Nos dias 9 e 10 de março, ocorre o primeiro de três programas concebidos por João Paulo Santos, com colaboração, em dois casos, da musicóloga Luísa Cymbron. O primeiro tem por título “Cruzando o Atlântico: a música entre Portugal e o Brasil, da chegada da corte aos alvores do modernismo” e lança um olhar sobre as muito próximas relações culturais mantidas por Portugal e Brasil ao longo de todo o século XIX. Para empreender esta viagem, estarão em palco as sopranos Mariana Castello-Branco e Dora Rodrigues, e o barítono Diogo Oliveira, todos eles presenças habituais no palco do São Carlos ou da Fundação Gulbenkian. O acompanhamento ao piano será assegurado por João Paulo Santos.

No fim-de-semana seguinte, a 17 de março, viajamos para Paris. O 2.º programa proposto por João Paulo Santos intitula-se “Da ‘Mélodie’ à ‘Comédie’” e propõe-nos uma panorâmica de dois géneros intrinsecamente franceses: a canção de câmara, género por excelência do salão aristocrata; e o teatro de ‘boulevard’, género popular. A interpretá-lo estará a jovem soprano Cecília Rodrigues, galardoada em setembro último com o Prémio Jovens Músicos da RTP, que será acompanhada de João Paulo Santos.

O terceiro e último programa idealizado por João Paulo Santos contou de novo com o apoio de Luísa Cymbron e realiza-se nos dias 23 e 24 de março. Pretende o mesmo redescobrir o intenso intercâmbio cultural que existiu entre Portugal e Espanha, grosso modo entre 1850 e o primeiro terço do século XX. Sob o título “‘De Espanha, nem bom vento…’: o mundo musical ibérico entre o romantismo e a Belle Époque”, evoca-se os compositores e instrumentistas espanhóis que se apresentavam em Portugal, assim como os muitos músicos portugueses que atuavam em Madrid, Sevilha e noutras cidades e paragens de Espanha. E não se esquece, claro está, a zarzuela! Os intérpretes serão dois conhecidos cantores líricos portugueses: a soprano Sónia Alcobaça e o tenor Mário João Alves. Como habitual, João Paulo Santos fará o acompanhamento ao piano.

 

Os Serões Musicais encerram em grande, com a visita da meio-soprano Karen Cargill. A cantora escocesa venceu, em 2002, o prestigiado Prémio Kathleen Ferrier e construiu em apenas dez anos uma muito sólida carreira internacional. O seu recital em Sintra, 30 de março, ocorre quase exatamente três anos depois da sua estreia enquanto recitalista nos EUA, ocorrida no histórico Carnegie Hall de Nova Iorque. Em “A longa sombra do ‘Tristão” estabelecem-se aproximações entre Richard Wagner e quatro autores franceses de ‘mélodies’, o todo sugerindo um típico serão de canto num distinto salão parisiense da ‘Belle Époque’. Com Karen Cargill está o seu habitual pianista-acompanhador, Simon Lepper.

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Cecília Rodrigues

O ciclo Serões Musicais no Palácio da Pena é uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Centro de Estudos Musicais Setecentistas em Portugal (CEMSP), tendo por diretor artístico o maestro Massimo Mazzeo. Os “Serões Musicais” iniciam a Temporada de Música Erudita da Parques de Sintra, a qual inclui ainda, em julho, os “Reencontros – Memórias musicais no Palácio de Sintra”, e, em outubro e novembro, o ciclo “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”.

 

Informações úteis:

Preço de bilhete por concerto: 10€

Capacidade do Salão Nobre: 80 lugares

Locais de venda: Bilheteiras da Parques de Sintra, FNAC, Worten, El Corte Inglés, Altice Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais.

Online em www.parquesdesintra.pt e em www.blueticket.pt

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