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Se a inês sabe disto

E que tal assistir a um concerto mistério?

 

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No arranque do ano lectivo 2017-2018, a Transdev decidiu surpreender os estudantes de todo o país, ao anunciar um "Concerto Mistério" gratuito de uma banda emergente em 2017. Convenhamos que tem uma certa graça aceitarmos o desafio de ir a um espectáculo sem fazer a menor ideia do que vamos ver e ouvir em palco. E é tão arriscado quanto desafiante. O evento será realizado no dia 11 de Novembro, numa cidade à escolha dos estudantes.

Para participar nesta campanha, os clientes Transdev com passe estudante terão de registar os seus dados em transdev.pt, onde, desde o dia15 de outubro, podem votar na sua cidade preferida. "Nos próximos 30 dias, vamos desvendar no nosso facebook várias curiosidades sobre a banda mistério. Para já, apenas podemos assegurar que é reconhecida como uma das bandas emergentes deste ano e é claramente dirigida ao público estudante", revela Joana Abreu, responsável de Marketing da Transdev.

No dia seguinte ao fecho do período de votações, a 16 de outubro, o nome da cidade eleita para receber o 1º 'Concerto Mistério Transdev' será anunciado, no facebook oficial da Transdev Portugal.

 

 

Ardeu a Relva

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 Foto: LUSA

 

Enredado numa teia onde ficaram já presas algumas pessoas que vieram a atingir lugares de relevo na sociedade e na política portuguesas, o comandante nacional da protecção civil demitiu-se ontem, após o ministro do ensino superior e o presidente do politécnico de Castelo Branco terem mandado instaurar um inquérito à sua licenciatura.

Confirmado pelo próprio, o canudo foi obtido graças a umas equivalências atribuídas pela experiência profissional e por formação obtida em Portugal e no estrangeiro, na área da protecção civil, curso que obteve com 90% de equivalências e apenas com 4 exames. O senhor diz que foi frequentando o politécnico durante alguns anos, mas cá p'ra mim terá demorado tanto tempo, à espera que conseguisse uma nova possibilidade de mais uma equivalência. Mas isto sou eu, que já vi uma licenciatura tirada ao Domingo e outra só porque alguém foi membro de um governo.

Há-de haver neste país de (às vezes) faz de conta, muita gente que conseguiu uma licenciatura à custa de equivalências e provavelmente com toda a legitimidade.

Mandaria no entanto o mais elementar bom senso que aqueles que se aproveitaram do sistema se reduzissem  ao anonimato e se eximissem de ocupar cargos públicos, que como se sabe, cedo ou tarde acabam por ser escrutinados, mais não seja por algum adversário ou algum concorrente ao lugar, que isto a gente somos todos amigos mas não deixamos de viver na selva... Mas não, quem com tanta facilidade atropela as regras, sente-se imune à crítica e ao julgamento e tanto mais confiante, quantos mais anos se vão passando. Até que um dia o céu lhes cai em cima e a realidade, amarga, lhes demonstra que a justiça tarda mas não falha.

Protecção civil não é nada a minha área, de modo que não questiono a capacidade técnica do ora demissionário CONAC para o exercício do cargo; Provavelmente até estará tecnicamente habilitado, não necessitando da licenciatura para o exercício da função, senão por exigência legal e aí é que a porca torce o rabo: Ele e alguém com ele, queriam que ele ocupasse aquele cargo, mas, azar dos Távoras, ele precisava de uma licenciatura para tal. Ora, tal como Sócrates, Vara, Relvas e saibamos lá mais quantos, foi escolhido o caminho aparentemente mais fácil, uma licenciatura que acaba por ser fictícia, ou ilegítima, se quiserem.

Não sei bem porquê, mas parece-me que não tendo sido o primeiro, não será o último caso deste género.

Só faltamos nós

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Pelo terceiro ano consecutivo, Ashley Graham, uma modelo "plus size" (esta mania de adjectivar tudo, que me irrita), participou no desfile da semana da moda de Nova Iorque, mais uma vez em lingerie e desta vez passando uma linha criada por si própria para a marca Addition Elle (o que eu percebo disto!).

A circunstância deste desfile é sinal de que as marcas começam a prestar atenção ao comum das mulheres, que não sendo todas 3XL, não são contudo o espelho das manequins que as casas de moda estavam habituadas a exibir, tendo chegado ao extremo da quase anorexia.

É ainda com algum sentimento de espanto que se assiste a um desfile deste tipo, mas parece-me que os/as estilistas bem como as marcas, devem começar a ter em conta não só o mercado, mas principalmente o bem-estar das pessoas.

Conquistado que está o espaço nas passereles para as modelos mais cheínhas, ou menos pele e osso se quiserem, a minha questão é p'ra quando modelos masculinos que saiam do estereótipo dos modelos andróginos, que aquilo não se sabe de que sexo são...

É altura de as marcas e os estilistas pensarem também na rapaziada com o peito um pouco descaído. Pronto, não digo que se apresentem em cuecas, mas um fatinho com um bom corte e de bom tecido, faz milagres. É que tal como as mulheres não são anorécticas na sua generalidade, os homens também não são aqueles pãezinhos sem sal que evoluem no tablado.

Barriguinhas ao poder, já!

Se o Tony Carreira fosse o único a plagiar...

 

 

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Isto do Ministério Público se ter lembrado agora de processar o Tony Carreira por plágio (e fazer disso um alarido daqueles que se ouve na China), não sei se me dá para rir ou simplesmente para considerar só estúpido. É que, meus senhores, para começar surpreende-me bastante o facto de só agora terem descoberto a "pólvora". O Google, por exemplo, há vários anos que divulga a lista discriminada dos plágios e respectivos autores. E se fosse só o Tony estávamos nós bem! Neste blog, por exemplo, há mais de um ano publiquei o texto que se segue...

Sinceramente, os plagiadores que se entendam com o Ministério Público. Quanto a mim, continuo a achar o Tony o maior. Que pague o que tem a pagar, se tiver de fazê-lo, mas que não deixe Portugal e o mundo sem os seus "Sonhos de Menino". 

"Foi esta a minha reacção quando ouvi, pela primeira vez, há uns anos, o tema "Joana", na voz do cantor alemão Peter Wackel. Estava a passar férias numa estância de ski, em Engelberg (Suíça), e embora não fosse novidade que parte dos grandes êxitos do Marco Paulo são versões de outros cantores (um facto assumido pelo próprio), confesso que não consegui evitar aquela euforia de quem parece que descobriu a pólvora. No mesmo dia, bastou uma rápida pesquisa na internet para ficar a saber que, afinal de contas, não existe só a Joana do Marco e a Joana do Peter. A versão original deste tema foi lançada em 1985 pela voz de Roland Kaiser. E para o caso de nunca terem ouvido nenhuma das versões, aqui estão elas:

Peter Wackel (2008)

Roland Kaiser (1985)

Um pouco de justiça

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O governo e os partidos que o apoiam (PCP, BE e PS), estão a discutir a possibilidade de os trabalhadores independentes terem uma fatia do seu rendimento isenta de IRS.

Atendendo a que a maioria dos recibos verdes são casos flagrantes de relações com vínculo hierárquico, parece-me de toda a justiça uma medida deste teor.

Segundo as primeiras notícias, os trabalhadores independentes que cobram até 8850 Euros anuais (mínimo de existência), ficarão isentos de IRS; Em rigor, hoje um trabalhador independente que facturar 8500 Euros (valor actual que o governo quer aumentar para o valor acima descrito), descontará, deduzidos 250 Euros para despesas gerais familiares (as facturas da água, electricidade, etc.), descontará, dizia, 675 Euros para o IRS. Com a medida proposta este imposto deixará de ser pago. De salientar que se um trabalhador independente facturar acima deste valor anual de 8850 Euros, terá que pagar IRS no remanescente deste valor, ou seja, pagará IRS pelo valor que ultrapassar 8850 Euros/ano.

Esta medida é de importância para aqueles trabalhadores independentes que passem recibos a mais que uma empresa, uma vez que um trabalhador que passe recibos verdes a uma única entidade pode já optar pelas regras de tributação da categoria A e, dessa forma, ser abrangido pelo referido mínimo de existência.

 

É greve, é greve!

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Confesso que não conheço todos os contornos da luta encetada pelos enfermeiros, que os conduziu agora a uma greve que se prolongará por cinco dias.

O que eu conheço são as qualidades dos que por necessidade minha já me valeram, bem como a familiares e amigos. E em todos apercebi uma dedicação e profissionalismo excepcional.

Há nesta profissão várias situações, julgo (e se estiver errado que me corrijam na caixa de comentários, p.f.), de formação. No entanto a grande maioria dos enfermeiros hoje está habilitado com uma licenciatura de cinco anos, que calculo seja de elevado grau de exigência técnica e teórica, o que os qualifica como profissionais de excelência. Exercem uma função no sistema nacional de saúde de primordial importância e são, bastas vezes, substitutos dos médicos que não há.

Não sei quanto ganha um/a enfermeiro/a, não é do meu "feitio" preocupar-me com o que outros ganham, sendo que me preocupo sem qualquer dúvida que todos os que exerçam uma profissão, sejam justamente remunerados pelo seu exercício.

Os enfermeiros, pelos vistos, acham-se mal remunerados. Não sei se são, mas admito que tenham toda a razão, afinal salvo algumas excepções, todos os portugueses que trabalham são mal remunerados, num quadro comparativo com os seus parceiros europeus na relação custo de vida/vencimento auferido, logo eles não fugirão à regra. 

Ouvi um enfermeiro na televisão a manifestar-se contra o facto de um colega que inicia a carreira ganhar tanto quanto ele, que já tem uma carreira algo longa, pesume-se pela afirmação. Eu creio que, salvo opinião mais abalizada, o preço da água, da electricidade, dos bens de primeira necessidade enfim, é o mesmo para o enfermeiro em início de carreira como para aquele que está à beira da reforma, portanto o que me parece é que deveria a profissão ser valorizada, em detrimento da carreira, ainda que houvesse uma ligeira compensação pelo tempo de serviço, uma coisa tipo "diuturnidades", que já existiu na administração pública e que ainda existe em empresas do sector privado. A mim parece-me muito mais importante um aumento salarial anual correspondente ao aumento da inflacção e ponderado o aumento da produtividade, que uma estratificação da carreira, mas eu não sou enfermeiro, ainda que funcionário público. Não me parece justo um leque demasiado amplo entre o início das carreiras (generalizando para toda a administração pública) e o topo das mesmas, sendo que o que deverá ser valorizado é o vencimento de ingresso e aumentá-lo substancialmente. Não seria difícil, com a mesma massa salarial. Também me parece que as tabelas salariais não deverão andar muito distantes das dos médicos, neste caso particular.

Há ainda a questão das 35 horas e do valor pago pelas horas extraordinárias, que urge resolver, não só para os enfermeiros, mas para todos os trabalhadores. Se o descanço é um direito, prescindir dele terá que ter uma compensação adequada.

Ainda não disse se estou contra ou a favor desta greve, já estarão os leitores a dizer com algum enfado. Pois bem, o que se me apraz dizer sobre o assunto, é que ao contrário de outros sectores da administração pública, não vi os enfermeiros em qualquer manifestação de descontentamento enquanto o governo anterior, que foi quem mais "cascou" na adm. pública, esteve em funções. Sem lhes retirar a razão que possam ter e estarei convicto que tenham, não deixa de ser sintomático que alguns dos cartazes empunhados por manifestantes digam textualmente "o SEP* não nos representa".

Eu não sou de intrigas, mas terá alguma coisa a ver com a filiação partidária da bastonária da ordem?

Mas sim, a greve faz sempre sentido, se os trabalhadores assim o entenderem.

 

*Sindicato dos Enfermeiros Portugueses

Balanço positivo em Rabo de Peixe, nos Açores

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Um dos grandes momentos do ano para a vila açoriana de Rabo de Peixe é o já famoso Festival do Caldo de Peixe de Rabo de Peixe. A edição de 2107, que teve lugar no passado mês de Julho, não só correspondeu como superou as expectativas. Sempre com o objetivo de provar ao mundo que as desigualdades sociais e as históricas dificuldades económicas de uma localidade que vive maioritariamente da pesca não chegam para definir, o mentor do festival, Ruben Farias – Presidente da APRAP Associação de Pescas de Rabo de Peixe e do Clube Naval de Rabo de Peixe e responsável pelo projeto Hominis Aqua (que inclui a publicação de um livro com o mesmo nome) – viu a sua meta alcançada numa edição em que, graças à recente presença de companhias aéreas low cost no arquipélago, se assistiu a um acréscimo significativo de turistas no festival. No total foram mais de 4500 caldos de peixe servidos.

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Mas, além dos caldos típicos de Rabo de Peixe que dão nome ao festival, quem visitou o festival pode também provar caldos e sopas à moda de Espinho (Confraria da Caldeirada e do Camarão de Espinho), caldos à moda da Graciosa (Associação de Pescadores Graciosences) assim como novas versões de caldos (com algas, por exemplo) propostas pela Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada.

Mas como nem só de caldos vive este festival, os hambúrgueres de cavala da chef Patrícia Borges (da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do IPL) revelaram-se um sucesso, tendo sido vendidos 1000 ao longo dos três dias que durou o festival. Igualmente bem sucedida foi a presença dos ouriços-do-mar (promovida pela Confraria do Ouriço-do-mar de Gijón, Astúrias) em todas as suas variantes: caviar de ouriço, paté de ouriço, ovos mexidos com ouriço. Um “tesouro” até agora pouco conhecido na região que será com certeza mais valorizado de futuro.

Como em todas as festas dignas do nome não faltou animação. Estiveram presentes artistas nacionais e internacionais como Quim Roscas & Zeca Estacionâncio, IRIS, Portuguese Kids, Lou Bega, Djane Merche Romero e DJ Mari Ferrari). Mas, como se trata de uma iniciativa de solidariedade, o mais importante: um lucro de mais de 3000 euros graças à venda dos caldos e sopas que reverterá para a escola Rui Galvão de Carvalho e contribuirá para a alimentação das crianças provenientes de famílias com maiores dificuldades económicas.

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Fechada a chave de ouro que está a edição de 2017, pensa-se já na 6ª edição, a realizar em 2018. Cada vez mais consciente das potencialidades de um evento capaz de levar milhares de pessoas a Rabo de Peixe, dinamizando assim a sua frágil economia, a organização encontra-se já a trabalhar na contratação de bandas para animar a festa do próximo ano e a estabelecer contactos com confrarias que possam enriquecer ainda mais o evento. Para 2018 estão também prometidas surpresas relativamente ao espaço onde se realiza o evento mas, acima de tudo, o que se pretende é colocar o Festival do Caldo de Peixe de Rabo de Peixe na rota dos mais importantes eventos gastronómicos nacionais de forma a trazer à vila o maior número de pessoas, vindas de todos os cantos do mundo.

 

Agradecimento: Nuno Nobre Consultoria

Wine in Azores

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Há tradições que são para manter. O festival Wine in Azores é já uma delas. De 20 a 22 de Outubro realiza-se, na Ribeira Grande, a 9ª edição daquele que já é um dos maiores eventos vínicos nacionais.

Se os Açores foram desde sempre um cenário privilegiado, de uma beleza natural única, foi recentemente (e significativamente no último ano) que as ilhas registaram um aumento considerável de visitantes, tanto nacionais como estrangeiros. As razões do incremento turístico são conhecidas e têm de ser acompanhadas por eventos agregadores como é o Wine in Azores. 

Mais que um certame onde participam mais de cem produtores, que dão a conhecer e a provar os seus vinhos, é um ponto de encontro com outras atividades, nomeadamente a gastronomia. Além das já famosas Tascas Gourmet, onde é sempre possível experimentar as propostas que têm como ingrediente principal o incrível peixe açoreano, estarão presentes conceituados chefs, como é o caso do australiano Justin Jennings que no espaço pop up do seu restaurante lisboeta DownUnder apresentará surpresas como uma Asian Infunsion Boillabaisse, inspirada no célebre caldo de peixe de Rabo de Peixe e que dá o mote ao Festival que ocorre neste lugar açoreano, só para referir uma... Haverão showcookings pedagógicos e serão apresentadas várias sugestões para degustar enquanto se (a)provam os vinhos presentes no festival.

Numa altura em que os Açores são “The place to be”, o Wine in Azores (Business and Pleasure) é mais uma porta de entrada. Quer seja para fazer negócio, provar vinhos ou experimentar novos sabores.

Está a chegar ao Porto o maior evento de tecnologia!

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A organização da Porto Tech Hub Conference 2017 anunciou esta manhã os nomes dos 5 oradores que "fecham" o cartaz da 3ª edição do maior evento de tecnologia realizado no Porto, que este ano terá lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, no dia 20 de setembro.

Aos nomes de Simona CotinCloud Developer Advocate da Microsoft, Benjamin Fuentes,Bluemix & Blockchain Advocate da IBM, e Simon RitterDeputy Chief Technology Officer da Azul Systems, anunciados no início de agosto, juntam-se agora:

  • Pierre CarratuCEO da Youbiquo;
  • Ricardo Costa, Professor no Instituto Politécnico do Porto e CEO da Loqr;
  • Beniamino GuidaCEO da Aeromechs;
  • Guillaume PichotAgile Software Engineer MTS do eBay;
  • David CarvalhãoCountry Director da Vigil365;

Para debater as últimas tendências do sector tecnológico, a 3ª edição da Porto Tech Hub Conference estreia este ano um novo formato, apresentando assim um conjunto de 8 oradores que, ao longo de todo o dia, vão abordar temas diversos, desde conteúdos técnicos, comoblockchain, desenvolvimento agile e Java 9, a perspetivas mais abrangentes sobre tecnologias, como inteligência artificial, internet das coisas ou wearables.

Ainda de acordo com a associação Porto Tech Hub, para assistir à conferência internacional que, desde 2015, reúne na cidade alguns dos mais reputados especialistas mundiais da área tecnológica, são esperadas no Centro de Congressos da Alfândega do Porto cerca de 1000 pessoas. Recorde-se que, na edição de 2016, realizada no Hard Club do Porto, o evento contou com a adesão de 650 pessoas, que assistiram às intervenções de speakers nacionais e internacionais de empresas de renome, como a Google, Spotify, The Guardian, Facebook e Ebay.

Nascida em 2015, a Porto Tech Hub é uma associação criada por empresas líderes de mercado - Blip, CRITICAL Software e Farfetch - às quais entretanto se juntaram outras empresas tecnológicas da região do Grande Porto, como a byside, CRITICAL Manufacturing, Euronext, i2S, Sonae Bit, Fabamaq, ITSector, Armis, Jolera, Present Technologies e Codigree.

A Porto Tech Hub tem como missão reunir as empresas tecnológicas da região do Grande Porto, no sentido de construir os alicerces para que o Porto seja reconhecido globalmente como um centro tecnológico de excelência, aumentar a notoriedade da cidade como um excelente local para viver e trabalhar na área das tecnologias de inovação e aumentar o networking entre empresas e entidades da área das TIC.

Mais informações e compra de bilhetes em https://portotechhub.com

Rien air

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Rien air

 

Eu confesso que já não gostava muito deles.

Não falam português, mesmo nos voos domésticos, o que me irrita sobremaneira.

O pessoal de cabina é arrogante, logo mal-educado, tratando os passageiros como mercadoria. Houve uma vez uma senhora assistente num voo Ponta Delgada-Lisboa que me “amandou” um olhar de cima, fulminante, como que a chamar-me teso por viajar ali, na companhia que lhe paga o ordenado (eu sei que não é muito e é violento, mas ninguém a mandou ir à procura do glamour numa companhia low-cost).

Então os irlandeses decidiram que a partir de Novembro, só vai poder-se levar na cabine um volume pequeno. Esqueçam a mala de cabine, essa vai ser despachada no check-in, a menos que queiram fazer embarque prioritário e paguem cinco Euros para não se separarem das vossas caixas com rodas. Se o check-in for feito de forma electrónica, à entrada no avião será recambiada para o porão, de borla, dizem eles. Dizem também que vão baixar o preço e aumentar o peso das malas de porão; É interessante, não fossem os passageiros da companhia turistas de poucos dias e usarem pouco, por comodidade, as grandes malas.

E lá se vai o que tanto se preza e valoriza, que é a celeridade no desembarque e a saúde das maletas, que eu bem sei o que me fizeram a umas que viajaram no porão dum TAP (que teve a “gentileza” de a substituir por uma nova) e num tunisino, que a burocracia era tanta que lá foram duas centenas de Euros “ao ar”, literalmente.

Dizem que é para evitar atrasos. Eu digo que é para facturarem mais, mas posso estar a ser injusto.

Esta é a companhia que, dizem, anda sempre com o combustível contado, mas até agora não tenho razão de queixa neste particular (também se tivesse não estava cá para contar) e os pilotos são competentes, do que me poude aperceber.

Em resumo, viagem, muito se puderem, mas se o querem fazer na Ryanair, façam-no preferencialmente no Verão. Sempre podem levar na caixa do portátil uns pares de cuecas e umas t-shirts…

 

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 Edmundo Gonçalves

Patrícia Teixeira

Edmundo Gonçalves

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