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Espectáculo Solidário no Campo Pequeno

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Nota: Divulgação de Press Release

O mundo é cada vez mais global e inclusivo. Portugal também. Acolhemos, de braços genuinamente abertos, várias comunidades que, em troca, nos enriquecem com a sua diversidade. Vivemos juntos num mesmo território. Partilhamos uma nação habitada por quem entende a diferença e a aplaude. 
Quando acontece algo tão trágico como os incêndios que afetaram tantas famílias em Pedrógão Grande, estamos, mais uma vez, juntos. As ações de solidariedade e ajuda às vítimas têm, felizmente, sido muitas e fundamentais. 

Comunidade Hindu de Portugal, presente no nosso país desde 1975 (devido à descolonização de Moçambique) leva a cabo iniciativas de âmbito religioso, cultural, social e educativo que contam com a participação dos seus cerca de 9000 membros e que, além de celebrarem as tradições da cultura hindu, fazem também uma ponte com a cultura portuguesa. 

É nesse âmbito de partilha de culturas, tradições e, sim, preocupações que a Comunidade Hindu  de Portugal, juntamente com a Câmara Municipal de Lisboa, organiza um espetáculo solidário no próximo dia 28 de Julho, às 21 horas com o objetivo de angariar fundos que ajudem as vítimas dos incêndios de Pedrógrão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. O donativo de entrada custa 10 euros e, além de ser um contributo precioso para quem tanto precisa, é a oportunidade de ver um espetáculo que aproxima a cultura portuguesa da hindu: atuações culturais indianas, o rancho folclórico Casa do Minho, o coral orquestral Omkara e Paco Bandeira. Um alinhamento que reflete a proximidade entre duas culturas historicamente irmãs e que prova a total integração da comunidade hindu no nosso país. Porque, assim com as tragédias não escolhem credo nem geografia, a solidariedade não pode, nunca, limitar-se por nenhum tipo de fronteiras. 

Bilhetes à venda na Secretaria da Comunidade Hindu de Portugal. Para mais informações: 
Telefone: 217 576 524
Site: www.comunidadehindu.org  

Espiralizei uma courgette!

 

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A moda de espiralizar os vegetais é bem antiga na Ásia mas no Ocidente não se instalou há tanto tempo assim. A bem dizer, a "culpa" de andarmos a comer courgettes ou cenouras disfarçadas de esparguete só veio mesmo para ficar com a moda da alimentação saudável. E eu que nem sou propriamente dedicada à questão de contar calorias, tenho a dizer-vos que entre 100 gr de esparguete e 100 gr de courgette existe uma diferença (pasmem!) de cerca de 300 calorias. Sendo assim, resolvi comprar um espiralizador eléctrico e atirei-me de cabeça nesta aventura. E já estou viciada. Ontem fiz uma receita super simples de esparguete de courgette com camarão e cogumelos. Além de sair bastante em conta, é muito rápida de confeccionar e, claro, muito mais saudável do que encher o estômago de massa. O sabor, pelo menos na minha opinião, não fica muito atrás. Ora experimentem:

 

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Ingredientes (para 2 pessoas)

200 gr de camarão 

cogumelos frescos

1 courgette

2 dentes de alho

pimenta (preferencialmente moída na hora)

picante

azeite

coentros

 

Preparação

 

Cozer o camarão com casca, por 4 a 5 minutos, depois de levantar fervura. Reservar a água. Descascar a courgette e espiralizá-la. Numa frigideira aquecer o azeite com os 2 dentes de alho esmagados. Aloure os cogumelos fatiados por três minutos e junte o camarão descascado. Tempere com sal e picante se for a seu gosto. Deixe apurar um minuto e adicione a courgette já em forma de esparguete. Deixe cozinhar apenas por 2 a 3 minutos de forma a que a courgette não amoleça demasiado. Um pouco antes de retirar do lume, regue com duas colheres de sopa da água do camarão. Sirva salpicado com coentros e tempere com pimenta moída na altura. 

 

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E agora, acabam-se as sardinhadas?

 

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Texto de Edmundo Gonçalves

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O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES, na sigla em inglês), organismo científico que aconselha a Comissão Europeia sobre as quotas de captura de peixe, recomenda   a suspensão total da pesca da sardinha em PortugalAté agora este organismo vinha recomendando uma redução na quantidade a pescar anualmente, mas desta vez o corte será radical, até que o stock regresse a níveis aceitáveis. Prevê-se que durante 15 anos, no melhor dos cenários.

Esta medida, a ser implementada, vai colocar em causa um sem número de pessoas e empresas que vivem deste tipo de pescado, desde logo os pescadores e as suas famílias, mas também os armadores e as empresas de conservas e outras a montante e a jusante. A ser implementada esta medida e a ser real o diagnóstico, no entanto já refutado pela associação do sector e pelo secretário de estado José Apolinário, a confraternização à volta do grelhador e o pingo no pão com os pimentos e a salada de tomate, terá os dias contados pelo menos nos próximos três lustros. Portanto, meus caros, hoje que é Sábado e o tempo está de feição, apesar de se prever que com estas notícias os do costume aproveitem para especular no preço do peixe, vão lá à praça ou ao supermercado, peguem fogo ao carvão, cortem o pão em fatias, preparem o vinho, escolham a sombra e toca de se “amandarem” a uma bela duma sardinhada.

Enquanto há.

Está quase a chegar o Flower Power Fest Cascais

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Já tenho divulgado por aqui algumas informações sobre o que se vai passar neste festival que pretende recriar um pouco o espírito que se viveu no Woodstock, em 1969. Embora com contornos e motivações diferentes do mediático evento da década de 60, o Flower Power Fest Cascais tem em comum o objectivo de celebrar a música e é disso que se trata. Vamos então directos ao assunto...O Reggae Roots dos Inner Circle e Big Mountain vai ser um dos momentos altos do festival. Por isso, para que possam assistir à actuação destas duas bandas com alguma informação na bagagem sobre elas, fiquem a saber que:

 

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Os INNER CIRCLE foram formados em 1968 pelos irmãos Ian (baixo) e Roger Lewis (guitarra), em Kingston. Em 1974, lançaram o seu primeiro álbum, Rock The Boat, com o selo da Trojan Records. A formação inicial da banda era: Funky Brown (vocal), Prilly (vocal), Stephen Cat Core (guitarra), Ibo Cooper (teclado), além dos irmãos Lewis. Em 1976, Jacob Miller assumiria os vocais do Inner Circle e a banda começaria a fazer sucesso. Pouco tempo depois, os metais foram incorporados à banda, através de Llewellyn Chang (sax alto) e Leighton Johnson (trompet), ambos formados na banda Excelsior High School. Ao final de uma excursão aos Estados Unidos e Bermudas, Ibo Cooper e Stephen Cat Core deixam o Inner Circle para criarem a sua própria banda.
Ao grupo, juntou-se também o guitarrista Joe Ortiz, o qual de um toque de hard rock, jazz e blues ao som o grupo. O estilo da banda foi decisivamente marcado pelo acidente automobilístico que tirou a vida do vocalista Jacob Miller, em 23 de março de 1980. Após a morte de Jacob Miller, a banda se separa, mas, em 1982, ainda lança um álbum chamado Something So Good. Em 1986, os irmãos Lewis reativaram definitivamente os Inner Circle, com um novo vocalista: Calton Coffie, com o qual gravam Black Roses. Em 1987, os Inner Circle lançam o álbum One Way, que contém a canção "Bad Boys", a qual fez grande sucesso e é transformada em trilha a série de televisão COPS.] Desde então, a banda auto-denomina-se "The Bad Boys of Reggae". Em 1993, o single "Sweat (A La La La La Long)" alcançaria o TOP 3 do Reino Unido (a canção "Bad Boys" havia conseguido apenas a 52º lugar) e a décima sexta posição no Billboard Hot 100. Em 1995, o vocalista Calton Coffie adoece e fica por um longo período inativo. Ao recuperar-se da doença, decide abandonar a banda para seguir carreira solo. O seu lugar é então ocupado pelo atual vocalista, Kris Bentley, que se estreou em 1997. Da Bomb, que foi lançado na América um ano mais tarde numa versão ligeiramente reconfigurada intitulada Speak My Language. A banda fez longas tournés pelo mundo e continuou lançando novos álbuns, incluindo Big Tings, de 2000.

 

 

Quanto aos BIG MOUNTAIN, a banda de reggae americana trouxe uma versão muito comercializada da música jamaicana para o mainstream americano quando a sua cover de "Baby, I Love Your Way" de Peter Frampton alcançou o Top Ten no início de 1994. No entanto, os seus três álbuns contêm música reggae roots combinada com algumas covers R & B-ish, e a sua formação inclui dois jamaicanos com excelentes credenciais: o guitarrista Tony Chin e o baterista Santa Davis - ambos tocaram com a banda de Peter Tosh e os Soul Syndicate.

 

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Os Big Mountain foram originalmente formados em San Diego, na Califórnia, como Rainbow Warriors. Depois de vários anos de mudanças vertiginosas na programação e duas mudanças de nome - primeiro para Shiloh e finalmente para Big Mountain - o grupo formou-se com o vocalista / guitarrista Quino, com o guitarrista Jerome Cruz, os bateristas Gregory Blakney e Lance Rhodes, o tecladista Manfred Reinke e o baixista Lynn Copeland.
Essa formação lançou Wake Up em 1992 e prosseguiu com "Touch My Light" no início do ano seguinte. O single alcançou o número 51 na América, mas apenas um ano depois os Big Mountain começaram a experimentar vários guitarristas diferentes. Depois de várias mudanças, Tony Chin tornou-se disponível e juntou-se a Quino e a Copeland com as novas aquisições Santa Davis, James McWhinney (percussão) e os teclistas Billy Stoll e Michael Hyde. Durante as gravações do seu segundo álbum, o produtor de cinema Ron Fair pediu aos Big Mountain para gravarem uma cover de "Baby, I Love Your Way" para o seu filme, Reality Bites. Incluído na trilha sonora e no álbum Unity do grupo em 1994, o single alcançou o número seis nos EUA e tornou-se um sucesso mundial.
Apesar do sucesso dos Big Mountain nos tops, a maioria da comunidade reggae permaneceu fiel à banda.
O grupo encabeçou dois festivais consecutivos de Reggae Sunsplash na Jamaica durante as massivas tornés mundiais que cruzaram a Europa, América do Norte e do Sul, Ásia e Indonésia. O terceiro álbum Resistance foi lançado em 1995, seguido dois anos depois pelo Free Up.
Recentemente os Big Mountain lançaram um novo single “Here Comes The Sun”, um cover dos lendários The Beatles”. 

Continuarei a acompanhar e a partilhar convosco as novidades deste festival que acontece já nos dias 3, 4 e 5 de agosto, na praia de Carcavelos.

 

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Cocktail de Camarão - Às Sextas com os Tachos

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 Receita de Edmundo Gonçalves

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 Agora que o tempo está para aí virado, mais uma entrada fácil de preparar e que pode fazer um figurão na recepção a uma visita de amigos. Quantidades para dose individual.

 

INGREDIENTES:

Camarões

½ dúzia de camarões 30/40  

Sal

Água para a cozedura

 

Para o molho

Duas colheres de sopa de maionese

Uma colher de sopa de natas magras

Uma colher de sopa de ketchup

Um “cheirinho” de whisky

Uma colher de chá de mostarda, se em pó tanto melhor

Uma colher de chá de molho inglês

Uma pitada de piri-piri

Limão

 

Para a Salada

1   alface frisada  

 

PREPARAÇÃO:

Numa panela com água a ferver juntar uma pitada de sal e os camarões. Deixar ferver durante três minutos e retirar passando imediatamente por água fria. Reservar. Misturar a maionese, as natas, o ketchup, o whisky, a mostarda, umas gotas de limão  e umas gotas de picante. Misture tudo até obter a consistência desejada. Lave bem a alface, escorra, retire o pé e corte em juliana. Descasque os camarões, deixando a casca do rabo em dois deles e pique os restantes, envolvendo-os depois no molho.

Montar o cocktail: Numa taça de vidro (um copo de gin será óptimo) começar por colocar uma camada de alface, depois o molho com o camarão, de novo alface e terminar de novo com o molho. Decorar com os dois camarões pendurados no rebordo do copo ou taça. 

Servir bem frio, com um vinho verde gelado. Alvarinho de preferência.

 

Três mil Euros

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Foi aprovada na AR legislação que proíbe pagamentos em dinheiro (notas, cash, pilim a sério) de valores superiores a 3 000,00€. Parece-me uma medida acertada, na tentativa de combate à fraude e em concreto à evasão fiscal, que isto de serem sempre os mesmos a pagar impostos, tem que acabar. A coisa dividida por todos, será muito mais suave e a malta não olhará para o chefe das finanças com olhar assassino, sempre que se cruzar com ele no café. Há países à séria onde isto é assim, acreditem! Onde as pessoas pagam “alegremente” os seus impostos, porque sabem que aquilo é mais ou menos equitativo, ninguém se esquiva ao pagamento e melhor, o valor da colecta é gasto de forma razoável e em prol da comunidade.

A propósito e a talhe de foice, uma pequena estória, um episódio que retrata na perfeição o que acabei de escrever: Nas minhas funções profissionais, precisei não há muito tempo da aquisição de um serviço de reparação de um forno crematório ( o assunto não á agradável, mas o exemplo é paradigmático ). O vendedor do dito forno seria o fornecedor do serviço, já que o contrato assim o determinava por o equipamento estar ainda no período de garantia. Foi aberto o procedimento corriqueiro, as coisas estavam a “andar”, veio um técnico de Inglaterra executar o serviço e após o trabalho executado a empresa enviou a factura ( como reparação de rotina só após verificação se saberá o seu custo, por razões óbvias – ninguém consegue entrar dentro de um forno crematório em funcionamento, salvo se estiver em estado de não sentir dor…). O caricato da coisa, é que quando recepcionou a factura, a divisão financeira seguindo o procedimento legal, pediu-me para contactar a empresa em Inglaterra para que nos enviasse declarações de inexistência de dívidas ao fisco e à segurança social, para que o contrato de prestação de serviços fosse celebrado e a factura pudesse ser liquidada. Ora eu, lá enviei um e-mail solicitando o que era exigido. Passaram-se duas ou três semanas e como não havia resposta, vai de “emailar” de novo.

A resposta chegou passados uns dias e era curiosa: “Caro Edmundo, não conseguimos em nenhum “office” as declarações que nos solicitou.” E mais uns considerandos que não vêm ao caso. Lá lhes respondi que sem isso não havia possibilidade de liquidação da factura e a resposta veio de forma taxativa “Edmundo, não passam essas declarações, porque aqui em Inglaterra não passa pela cabeça de nenhum empresário não ter as contas acertadas com o fisco e a segurança social!” Bom, a coisa acabou por resolver-se (de forma legal, atenção!), mas o exemplo serve para aquilo de que falei lá atrás, há países onde pagar impostos é uma coisa rotineira e encarada como uma obrigação para com a comunidade.

Voltando aos três mil Euros. Vocês acham que neste rectangulozinho à beira-mar a coisa vai ser cumprida? Será que não haverá já gente a pensar como poderá fraccionar os valores? Estaremos cá p’ra ver.

O mito Sait Tropez

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Celebrizado por Brigitte Bardot, continua a ser um dos destinos mais procurados pelo jet set internacional. Sem paninhos quentes, digo-vos que é uma terra de ostentação e é isso que salta a vista no primeiro contacto. Mas justiça seja feita, foi "abençoada" com praias e paisagens verdadeiramente deslumbrantes. 

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Aliás, antes de Brigitte Bardot se perder de amores por esta terra, durante a gravação do filme "E Deus criou a mulher", em 1956, Saint Tropez não passava de um pequeno vilarejo de pescadores onde nenhum turista se lembraria de desembarcar. Hoje, é o destino eleito de famosos como Johnny Depp, Johhny Halliday, Naomi Campbell, David e Victoria Beckham, Robert de Niro e classes endinheiradas que procuram nas férias praias deslumbrantes, gente bonita, carros de luxo e, sobretudo, muita agitação nocturna.

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Se estão a pensar em ir até lá, fiquem a saber que os meses de Maio e Setembro são os mais tranquilos do ano e os únicos onde os visitantes podem passear tranquilamente pelos edifícios históricos desta cidade que foi preservada durante séculos por influências exteriores. Se optar por andar a pé, vai certamente dar de caras com a Rue de la Citadelle, uma estrada que dá acesso a um monte com o mesmo nome  e onde poderá observar a vista panorânica sobre a cidade. Pelo caminho, perca-se de amores pelos luxuosos cafés e lojas de grandes marcas onde todos os grandes estilistas internacionais estão representados.

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Karl Lagerfeld promoveu um desfile junto a um dos mais emblemáticos cafés de Saint Tropez

 

De Saint Tropez à Baía de Pampelone, onde se situam as melhores praias da região, são apenas dez minutos de carro. Um percurso que pode demorar horas na época alta: Julho e Agosto. Nesse caso é preferível investir mais alguns tostões e circular de iate.

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Aqui as praias são definitivamente lugar de excessos. Bikinis que rimam com salto alto, mulheres impecavelmente maquilhadas à beira-mar ou champanhe servido nas esteiras alugadas a preços exorbitantes. Mas descansem...enquanto algumas praias são verdadeiras passerelles de ostentação, outras há que lhe permitirão usufruir de Paz e sossego. 

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Antes de se despedirem deste lugar, passem pelo O Clube 55um dos restaurantes mais emblemáticos restaurantes de Saint Tropez. Descoberto por Brigitte Bardot e Vadim, durante o já referido filme "E Deus criou a mulher", é frequentendo por grandes nomes do cinema internacional. Dêem uma espreitadela no site e fiquem a conhecer a história magnífica que está por detrás da criação deste espaço. 

Última chamada para as Flat Lovers

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A Aerosoles é definitivamente a marca de sapatos sobre a qual, a nível de qualidade e conforto, não consigo apontar um defeito. Existe mesmo aquela sensação de "andar nas nuvens" devido às solas serem feitas em padrão de diamante, que absorvem o impacto ao caminhar. A colecção Outono/Inverno da marca traz grandes novidades mas enquanto o frio não chega ainda vão a tempo de dar uma espreitadela nas lojas ou no site e cair de amores pela colecção de sandálias rasas Girl Talk, Conchlusion e Chlass Ring. Todas elas adequam-se perfeitamente a um visual casual chic, quer seja para trabalhar ou para um ambiente festivo. E algumas já se encontram em promoção. 

As sandálias da colecção Girl Talk são ligeiramente pontiagudas com tiras metálicas na zona do tornozelo. Digamos que é um estilo mais arrojado e moderno. Tem um fecho na parte de trás, a palmilha almofadada com material viscoelástico apoia os seus arcos nos locais certos permitindo aquela sensação enorme de conforto.

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Na colecção Conchlusion os ilhós arrojados marcam a diferença nestas sandálias com uma parte superior geométrica e uma tira com fecho de fivela. A palmilha é igualmente feita com material viscoelástico, associado à tecnologia "CORE COMFORT", que proporciona um amortecimento muito eficaz. 

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As Chlass Ring são leves para o Verão e ideais para uma utilização diária. A parte superior foi cuidadosamente elaborada e a palmilha é feita no mesmo material viscoelástico das anteriores.

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Gentil, ma non tropo

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Texto de Edmundo Gonçalves

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Um senhor de 87 anos, médico e cirurgião reputado, ex-bastonário da ordem até, proferiu numa entrevista a alarvidade de que a homossexualidade é um desvio de personalidade, ou seja, uma anomalia, uma doença portanto. Foi mais longe, ao afirmar que não promoveu pessoas que sabia serem homossexuais, deduz-se enquanto teve lugares de responsabilidade. Estando no seu direito de recusar o casamento e a adopção por homossexuais, bem como as barrigas de aluguer, questões contra as quais se manifestou frontalmente, já como académico eminente lhe fica mal defender situações que se sabe hoje nada terem a ver com nenhum mal-funcionamento do corpo ou da mente humanas. Demonstrar pena por estes homens e mulheres, porque têm uma opção sexual diferente da maioria e considerá-los doentes, está para um académico, pediatra, como para os que quiseram um dia queimar Galileu na fogueira, apenas porque a terra é redonda.

Sendo que aqueles tinham a ignorância religiosa por sua defesa, apesar de tudo. Que um qualquer tipo ignorante e com educação das barracas, trate os homossexuais como diferentes e até os abomine, eu no limite até percebo, foi a educação que infelizmente receberam. Que Gentil Martins, um homem esclarecido, uma referência no tratamento oncológico e pediátrico, um homem da ciência pense desta forma, leva-me a crer que há ainda muito caminho para que todos sejamos iguais.

Procuram-se mulheres eco-empreendedoras

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A Fundação Yves Rocher acaba de anunciar, pelo 9º ano consecutivo, a abertura das candidaturas para o prémio ‘Terre de Femmes’, em Portugal, cujo objectivo é premiar e distinguir mulheres portuguesas com projectos nas áreas do Aambiente e Ecologia. Podem conhecer o regulamento e formalizar a candidatura aqui

Os projectos serão avaliados por um júri independente de personalidades ligadas à área ambiental. E assim como em anos anteriores, será atribuído à vencedora um prémio monetário no valor de €10.000, com lugar a uma menção honrosa no valor de €3.000 para um segundo projecto. Com um historial de 17 anos de existência a nível global, este concurso realiza-se em 11 países – França, Alemanha, Suíça, Rússia, Marrocos, Portugal, Ucrânia, México, Turquia, Itália e Espanha -  e mantém o compromisso que em 2014 estabeleceu com a ONU: contribuir para a liderança e autodeterminação das mulheres.

Este galardão já distinguiu 375 mulheres em iniciativas espalhadas por mais de 50 países e só em Portugal já premiou 17 mulheres, com um valor total de €86.000. Recorde-se que a Fundação Yves Rocher atribuiu, até à data, prémios na ordem dos €1,8M. Entre projectos de reflorestação, preservação de ecossistemas e apoio a comunidades desfavorecidas, o projecto vencedor da 8ª edição, “Guardiãs do Mar”, tem demonstrado um grande impacto positivo para o estudo e protecção da vida marinha no estuário do Sado, envolvendo mulheres pescadoras na sua limpeza e preservação.

Com um cariz fortemente pedagógico e social, o projecto desafia pescadoras em situação de desemprego a tornarem-se guias marinhas em actividades educativas dirigidas ao público em geral e a estudantes, com iniciativas que facilitam o trabalho de investigadores e cientistas, através do seu conhecimento práctico. Este e outros projectos anteriores podem ser conhecidos no canal YouTube da Fundação Yves Rocher.